Two young twins in the USA have invented their own shared language. Scientists are wanting to study the language but social workers are trying to get the twins to leave their secret language world and enter the mainstream. This means forcing them to speak normal English and lose their secret language. The filmmaker's own questions about this process run across as text at the bottom of the screen, a first use of that technique in documentary.
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POTO e CABENGO que é o título do documentário era como as gêmeas idênticas Grace e Virginia Kennedy se chamavam. Elas desenvolveram sua própria comunicação, pois tiveram pouco contato com a linguagem falada em seus primeiros anos, por negligencia dos pais.
Grace e Virginia nasceram em 1970 em Columbus, Georgia. Seu nascimento foi normal e elas foram capazes de levantar a cabeça e fazer contato visual com os pais poucas horas após o nascimento, mas ambas logo sofreram aparentes convulsões. Seu pai afirmou que um médico disse a ele que as meninas poderiam ter deficiências de desenvolvimento.
Quando os pais trabalhavam ficavam horas fora de casa, e as meninas foram deixadas aos cuidados de uma avó que atendia às suas necessidades físicas, mas não brincava ou interagia com elas. A avó falava apenas alemão, enquanto os pais falavam inglês. Elas não tinham contato com outras crianças, raramente brincavam ao ar livre e não eram mandadas para a escola.
Quando o pai das meninas perdeu o emprego, contou a uma assistente social do escritório de desempregados sobre sua família; a assistente social o aconselhou a colocar as meninas em terapia da fala. No Hospital Infantil de San Diego, na Califórnia, as fonoaudiólogas Ann Koeneke e Alexa Kratze descobriram rapidamente que Virginia e Grace, longe de serem deficientes mentais, tinham pelo menos inteligência normal e inventaram uma linguagem própria (Idioglossia).