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É o segundo filme da trilogia Qatsi, que é composta com os documentários Koyaanisqatsi (1983) e Naqoyqatsi (2002).
Powaqqatsi vem da língua Hopi e quer dizer "vida em transformação".
Como os demais filmes da trilogia, não são apresentadas narrativas ou diálogos durante todo documentário. Apenas no final é revelado o significado do nome Powaqqatsi.
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Por mais que eu possua uma série de ressalvas quanto ao Koyanisqatsi em especial quanto à seu teor é inegável que o filme anterior consegue estabelecer uma narrativa ao qual esta continuação não conseguiu e assim sendo, vemos uma série de imagens aleatórias que chegam à poucos lugares ou reflexões.
Ganhei o dvd de presente e demorei anos para assistir. Por ter me impressionado demais com o primeiro filme esse não me envolveu tanto, mas depois que a brisa pegou pude aproveitar melhor, vale a experiência.
Ron Fricke, que falta você fez aqui meu camarada...
Esse tipo de filme é um desafio que só: se você por algum momento perde o ritmo, acabou. E a fotografia é o desafio do desafio, pois a linguagem fotográfica não te dá uma base de por onde seguir. Exige uma intimidade, uma sensibilidade e um "know how" que só a experiência, os desafios e o amor pela arte proporcionam. Ao meu ver esse filme peca nisso, pois a imagem é a base do discurso e o diretor de fotografia, na minha opinião, não desenvolveu bem.
Um filme violento e impactante, no sentido da aspereza ao que o ser humano é submetido. Belas imagens e trilha sonora, é uma experiência enriquecedora!!!
Um deleite para os sentidos... trabalho de câmera absurdo...obra de arte