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Numa área ocupada pelo exército israelense, um casal entra em conflito sobre o futuro de sua família. A esposa deseja se mudar, enquanto o marido defende a permanência. Sair é capitular. Em meio a discussões ácidas, o local é invadido e eles são mantidos como reféns pelos soldados israelenses.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Uma família de palestinos vive o difícil dilema de sair ou não de casa em meio à invasão de Israelenses. Tudo piora quando se confirma a invasão de soldados na casa em que eles moram e todos se tornam reféns. Mas é um filme esquisito e mal resolvido. Como podem os moradores se tornarem reféns e ao mesmo tempo eles podem sair para ir à escola e outros lugares. Até os idiomas parecem se misturar, ouvi inglês, hebraico, até língua latina. E o que falar daquele final repentino, tão comum em filmes pretensamente intelectuais, feitos para refletir (ou para irritar). E a pergunta que não quer se calar, porque o diretor desse filme é um italiano e não alguém da região em que se passa a história?
Apesar de eu achar que o Saverio Costanzo erra a mão em suas pretensões existencialistas nos filmes seguintes, aqui ele surpreende por ir além do óbvio: por mais doloroso que seja o embate injusto do filme (a invasão de uma casa familiar por soldados), o filme se propõe a questões e reflexões mais amplas, estendendo o ponto de vista, permitindo que mais de um personagem "fale" através da câmera: a inversão do voyeurismo a partir da filha mais velha que o diga! Muito bom enquanto drama e suspense e filme político - só não é muito italiano... (WPC>)
Um filme duro e angustiante. Mas nesse caso, não é por qualquer aspecto técnico, mas pela rudeza do que assistimos. O roteiro é muito bom, pois consegue expor a angústia e dilema dos palestinos. É simples: soldados israelenses invadem a casa de uma família palestina e ocupam o primeiro andar, fazendo com que toda a família vida no térreo. A partir daí todos os questionamentos possíveis são apresentado... e o filme alcança uma grandiosidade impressionante. Cada um assume uma postura possível frente ao conflito e, de certo modo, deixa ao espectador chegar às conclusões. A fotografia deixa tudo mais angustiante... e a direção constrói um documento! Um filme necessário para que as pessoas reflitam sobre o significado do conceito de liberdade!
O filme é realmente muito bom e te deixa tenso. A ideia do pai era mostrar para os israelenses que os palestinos não são terroristas, agindo com cautela e obedecendo-os, porém no final.... E aliás, apesar do filme ser bom, esse final deixa a desejar, e a trilha sonora dos últimos minutos de filme não caiu bem.
a calhordice dos israelenses sendo mostrada perfeitamente, é impossível não se revoltar. E transmite a tensão de uma familia refem de criminosos fardados e racistas.