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As adversas situações que o adolescente brasileiro enfrenta dentro da escola. Meninos e meninos, ricos e pobres em situações que revelam precariedade, preconceito, violência e esperança. Em três estados brasileiros, em classes sociais distintas, adolescentes falam da vida na escola, seus projetos e inquietações numa fase crucial de sua formação. Professores também expõem seu cotidiano profissional, ajudando a pintar um quadro complexo das desigualdades e da violência no país a partir da realidade escolar.
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Baita documentário, logicamente é datado de sua época pq depois de 20 anos a explosão tecnológica mudou muito o dia a dia nas escolas... mas mesmo assim muito importante esse registro!!!
"eles que incentivaram a criminalidade" a consciência politica desses meninos foi foda!
Bom, vamos lá.
Para época, talvez muito bom e legal. Um recorte bacana das mais variadas escolas de acordo com a classe social.
Mas tá muito datado este documentário. Passaram-se 20 anos e muita, mas muita, coisa mudou.
Para se ter uma ideia, o Orkut estava recém começando e aparece um único celular, aparentemente um Nokia 5125, quando a menina liga pro pai para dizer que passou de ano.
Então, este hiato de 20 anos, de uma explosão de redes sociais, de transformações do país, acabando mostrando como era, mas se pensar já é algo bem antigo, as gerações não são mais assim. Mas é tudo opinião minha baseada em vozes na minha cabeça.
Se for analisar o "colégio dos ricos" parece ser o que as pessoas tem mais cabeça realmente, são mais cultos, pelo menos nos fragmentos que mostraram.
Eu acredito que hoje, em alguns pontos, a distância de aprendizado, por um lado, diminuiu um pouco, justamente pela facilidade do celular em que se pode estudar se quiser em qualquer, coisa que, naquela época, era só do modo convencional mesmo.
Hoje tu pode assistir uma aula no youtube, por exemplo, em casa.
Gostei, mas não gostei ao mesmo tempo, muito porque acho que não me diz muita coisa hoje em dia, justamente por esta distância de tempo.
Olha só,a menina que foi anunciado que ficou grávida, deveria ter uns 16 anos ali. Hoje, o filho dela, já tem 20, tem mais idade do que ela tinha quando foi gravada. Então, passou muito tempo e fica só como lembrança daquela realidade.
Documentário nacional da Flávio Tambellini Produções Cinematográficas, Fogo Azul Filmes, Globo Filmes, Tambellini Filmes e Copacabana Filmes e Produções vencedor de 4 Kikitos de Ouro no Festival de Cinema de Gramado: Prêmio do Público, melhor trilha sonora, Prêmio da Crítica e Prêmio Especial do Júri; no Grande Prêmio Cinema Brasil, foi nomeado a melhor montagem de documentário; no Prêmio Guarani, foi indicado a melhor documentário.
O diretor carioca João Jardim é o mesmo realizador da minissérie de televisão Engraçadinha... Seus amores e seus pecados (95), Getúlio (14) e do filme para TV Nelson, por ele mesmo (17), dentre outros mais. Foram ouvidos diversos alunos e professores, desde uma escola pública em condições precárias no sertão nordestino, a uma luxuosa escola particular, no Alto de Pinheiros, em São Paulo. 8 escolas foram retratadas durante a projeção, sendo 3 em Manari e Inajá em Pernambuco, 2 em Duque de Caxias e Botafogo, no Rio de Janeiro, e 3 em Itaquaquecetuba e São Paulo.
Um filme de qualidade que deixa o Brasil com orgulho, mostrando as dificuldades enfrentadas por alunos e professores nas escolas brasileiras, que enfrentam os mais diversos tipos de problemas no ensino fundamental e no ensino médio. Aborda diversos temas, desde a falta de perspectivas de muitos alunos, problemas familiares, desânimo dos professores para com alunos desinteressados e descaso do governo.
um documentário que não fala apenas sobre educação mas sobre as adolescências e mostra de fato, que existem diversas maneiras do adolescer
- estava na escola nessa época, escola estadual no interior de minas, tinha de tudo praticamente e era uma realidade diferente das mostradas, acho que talvez por isso a maioria dos alunos era mais de boa
- escancara a desigualdade social e como isso afeta desde a infância
- mostram os playboyzinhos na escola de gente rica só pra deixar quem assiste puto mesmo, pra mostrar que eles não tem nenhum problema de verdade