1943, Noumea. A ilha francesa da Nova Caledônia era a encruzilhada do Pacífico Sul. Oitenta mil homens do exército, marinha e fuzileiros navais treinavam ali, enquanto esperavam o dia de seguirem para o norte. Oitenta mil homens e algumas mulheres. Neste contexto aparece Lee Ashley (Deborah Kerr), a viúva de um pára-quedista que foi ajudar a Cruz Vermelha, pois quer saber como seu marido morreu. Ela se apaixona por Colin Black (William Holden), um tenente-coronel com quem não simpatizou de início. De repente ele a pede em casamento e ela engravida, mas Colin esconde um segredo.
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Dramalhão novelesco passado durante a 2a Guerra Mundial (no teatro do Pacífico) e centrado no romance absurdo entre uma voluntária da Cruz Vermelha, viúva de um fuzileiro e um coronel cafajeste também da Corporação. O par central (Holden & Kerr) não convence muito, mas é Thelma Ritter que rouba a cena como Kate, a chefe das moças da Cruz Vermelha.
Drama de guerra romântico da Perlberg-Seaton Productions e Paramount Pictures indicado a 2 estatuetas no Oscar: melhor figurino em preto e branco e melhor direção de arte em preto e branco. O filme foi baseado no romance de 1953 "The magnificent bastards", de Lucy Herndon Crockett (1914-2002).
O filme abre com o seguinte prefácio escrito: "1943: Noumea, na Ilha Francesa Livre da Nova Caledônia, era o cruzamento do Pacífico Sul. Oitenta mil homens do Exército, dos Fuzileiros Navais e da Marinha treinaram aqui e aguardaram o dia para começar a longa investida rumo ao norte. Oitenta mil homens - e um punhado de mulheres."
William Holden (1918-1981) é brilhante, Deborah Kerr (1921-2007) radiante. O enredo é outra variação de um clichê romântico de guerra arrastado, até o último terço, quando fica interessante. Um filme que poderia ter sido ótimo, se tivesse sido mais detalhado psicologicamente e emocionalmente mais completo;
"The Proud and Profane", é um filme de guerra estranho, mas interessante onde Deborah Kerr interpreta uma voluntária da Cruz Vermelha Americana que puxa as cordas para ser designada para o Pacífico Sul, para descobrir as circunstâncias da morte de seu marido em Guadalcanal. Thelma Ritter (excelente como sempre) interpreta sua supervisora que se aproxima de Kerr e não está gostando do que está acontecendo. William Holden interpreta o sádico coronel Black, que é atraído pela classe média alta Deborah Kerr. É um papel incomum para Holden, já que seus papéis são tipicamente suaves e sofisticados. Se você gosta de Deborah Kerr, ou filmes clássicos da Segunda Guerra Mundial e já viu todos os bons, vá em frente, provavelmente não vai acabar sendo o seu favorito, mas nem todo filme que você vê tem que ser excelente, certo?
Há outra versão? Uma de 111'? A que vi(esta com 87) foi um pouco piegas, otoh, mostra que o cotidiano em Guadalcanal era dureza. Não gostei do desfecho.