Uma boa surpresa para mim! Achei interessante, satisfatório, contém diálogos divertidos, sangue e assassinatos na medida certa, um ótimo cenário envolvendo florestas e cabanas, e sem contar ainda que o roteiro não deixa a desejar e faz você ficar envolvido com a história - e preso até o último minuto de filme. Só achei que enrola demais para entregar as mortes, e quando faz isso, muitas delas não são tão bem enquadradas como fazia os outros slashers da época, mas ainda assim diverte e satisfaz! Outros detalhes que marcam este slasher é a excessiva pagação peitinhos, a banda de new wave parecida com The Cure tocando no acampamento (gostei do som deles), o gordo humorista que segue a linha do Shelley de Sexta-Feira 13 Parte III, entre outros. Muito bem amarradinho, “Psicose Para Matar” (título nacional) chega ao seu final nos entregando a grande revelação do assassino, embora eu já soubesse desde a sua metade quem era ele. Vale a pena conhecer!
As atuações, os diálogos e os cortes são tão, mas tão ruins. Às vezes os cortes eram de uma cena direta pra outra de modo muito brusco, em outras tinha aquela tela vermelha que eu pensei ser uma prévia de um assassinato ou momento ruim, mas era totalmente aleatório.
O plot não é imprevisível com todas aquelas conversas em aberto e como a Cory olhava e interagia com a Allison. Pelo menos a cena final é muito boa com ela fazendo o grito de líder e a Allison complementando.
Uma boa surpresa para mim! Achei interessante, satisfatório, contém diálogos divertidos, sangue e assassinatos na medida certa, um ótimo cenário envolvendo florestas e cabanas, e sem contar ainda que o roteiro não deixa a desejar e faz você ficar envolvido com a história - e preso até o último minuto de filme.
Só achei que enrola demais para entregar as mortes, e quando faz isso, muitas delas não são tão bem enquadradas como fazia os outros slashers da época, mas ainda assim diverte e satisfaz! Outros detalhes que marcam este slasher é a excessiva pagação peitinhos, a banda de new wave parecida com The Cure tocando no acampamento (gostei do som deles), o gordo humorista que segue a linha do Shelley de Sexta-Feira 13 Parte III, entre outros.
Muito bem amarradinho, “Psicose Para Matar” (título nacional) chega ao seu final nos entregando a grande revelação do assassino, embora eu já soubesse desde a sua metade quem era ele. Vale a pena conhecer!
As mortes do filme não são muito criativas, mas o gore é de qualidade. Ainda rolam umas belas tetas.
As atuações, os diálogos e os cortes são tão, mas tão ruins. Às vezes os cortes eram de uma cena direta pra outra de modo muito brusco, em outras tinha aquela tela vermelha que eu pensei ser uma prévia de um assassinato ou momento ruim, mas era totalmente aleatório.
O plot não é imprevisível com todas aquelas conversas em aberto e como a Cory olhava e interagia com a Allison. Pelo menos a cena final é muito boa com ela fazendo o grito de líder e a Allison complementando.
Achei bem divertido, até conseguiu me confundir em alguns momentos acerca da identidade do assassino.
TOUCHDOWN!