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Data de lançamento
11 Março 2019"Punk" é uma série documental em quatro partes exibida no canal Epix. Ela explora "a música, a moda, a arte e a atitude do 'faça você mesmo' de uma subcultura de desajustados e párias auto-descritos". Cada episódio se concentra em uma era individual do movimento punk, começando com o Protopunk na década de 1960 e se estendendo até os dias atuais. A série é dirigida por Jesse James Miller e produzida por John Varvatos, Iggy Pop e Derik Murray. A mesma possui entrevistas com lendas vivas como o próprio Iggy Pop, Johnny Rotten, Marky Ramone, Debbie Harry, Henry Rollins, Duff McKagan, Wayne Kramer, Jello Biafra, Flea, Dave Grohl, Danny Fields, Pernas McNeil, Penelope Spheeris, entre outros.
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Ian MacKaye chegando no sofá no fim do episódio é digno de um Cliffhanger de anime "MEU DEUS... ELE CHEGOU... "
Simplesmente formidável. Série muitíssimo bem produzida e tão boa que não dá pra parar de ver até o fim. Os depoimentos dos personagens são riquíssimos, assim como o uso excelente dos álbuns e das imagens de arquivos. Os momentos com Iggy Pop, Johnny Rotten, Henry Rollins, Ian McKaye, Derryl Jenifer, Jello Biafra, Kathleen Hanna e Legs McNeil são especialmente enriquecedores. Senti falta de mais DK, de mais sobre o grunge, de algo mais sobre as bandas do Ian McKaye, do pop-punk, post-punk e no wave, dos envolvimentos com o movimento skinhead, mas isso demandaria mais episódios e muito mais trabalho da equipe de produção. Sendo uma produção americana, não é de se estranhar que o foco fora de lá seja somente na onda britânica, que era impossível de deixar de lado, e o D.O.A., que criou o circuito de shows punks norte-americanos com o Black Flag nos anos 80. Gostei do foco as múltiplas visões dentro do movimento, da falta de uma conceituação do que é ou não é punk, das críticas feitas à presença reduzida de minorias e do destaque dado ao som das mulheres, com The Slits, The Bags, L7 e Bikini Kill. O segundo episódio é especialmente brilhante, e o último é daqueles pra colocar alguns questionamentos na cabeça do espectador. Para quem é punk, venha com todo o gosto se deliciar com a presença de tanta gente foda. Para quem não é punk, venha conhecer essa cultura fantástica e junte-se à gangue. O punk é, agora, mais necessário do que nunca.
Muito bom!
https://globoplay.globo.com/punk/t/Vqxd52Mw5M/
Documentário bem bonito, bem legal a alusão dos caras chegando na cena com eles chegando na sala e sentando no sofá, como se o sofá fosse a cena punk. A série mostra como o punk se formou bem beabá mesmo. Legal pra mostrar porque a gente ama tanto essa cena mesmo sendo tão branca, machista e heterossexual (como bem diz a Kathleen Hanna), que teve tanta contribuição feminina e lgbt que é até uma pena ter tomado esse rumo tão excludente.
Um dos pontos altos é que toda vez que alguém diz que o movimento estava chegando ao fim, ele se reinventa em algum outro lugar.
Outro ponto alto foi Johnny Rotten tocando na ferida Sid & Nancy.
Senti falta do Descendents e também de falar um pouco sobre a cena sueca, que tem tanta banda importante pro movimento hardcore hoje em dia (talvez se fosse um pouco mais fundo na Epitaph chegasse lá).
E Fat Mike sempre tem história, né? Nossa, ri muito dele contando como o NOFX era ruim no começo!