No começo, achei este curta-metragem assemelhado à primeira metade de VENTOS DE AGOSTO, numa faceta mais urbana. Quando aparece a (bela) cena de nudez, a impressão confirmou-se: a opção pela ausência de diálogos foi acertada, valorizando ainda mais a fotografia acertada, os detalhes desapercebidos do cotidiano, o clímax explosivo desejado por quem sofre... Muito bom! (WPC>)
No começo, achei este curta-metragem assemelhado à primeira metade de VENTOS DE AGOSTO, numa faceta mais urbana. Quando aparece a (bela) cena de nudez, a impressão confirmou-se: a opção pela ausência de diálogos foi acertada, valorizando ainda mais a fotografia acertada, os detalhes desapercebidos do cotidiano, o clímax explosivo desejado por quem sofre... Muito bom! (WPC>)