Felipe só queria ter umas férias tranquilas com a mãe artista, maratonando todos os musicais possíveis... até que seu antigo amor da infância resolve aparecer.
Que delícia ver um filme LGBT nacional tão solar e descomplicado. Não tenta reinventar a roda nem criar um drama complexo, é só uma história fofa de amadurecimento e primeiro amor. Um clichê adolescente com muita sensibilidade. A estética é linda, a paleta de cores é um encanto e a Débora Falabella como mãe é tudo pra mim. Assistam e valorizem o cinema brasileiro!
Quinze Dias. Direção Daniel Lieff. Filme Nacional, baseada no livro homônimo do escritor Vitor Martins. Uma Comédia dramática e romance que aborda os problemas de bullying na escola.O filme acompanha Felipe (Miguel Lallo), um adolescente obeso, gay e tímido que sofre bullying na escola, gosta de férias para ficar no seu quarto sozinho longe dos problemas do colégio, assistindo séries, seus planos foram mudados pelo filho da vizinha que vai passar quinze dias na sua casa, enquanto a mãe viaja. O filme aborda o bullying na escola, a homofobia, o sofrimento dos adolescentes com suas dúvidas e descobertas. Filme gostoso de assistir, amei a trilha sonora, bom gosto do diretor, trilha sonora envolvente. É bom filme, trás um tema muito atual. Vale a pena conferir.
Acho que Quinze Dias cumpre bem o seu papel, ele entrega uma comédia romântica leve e com uma estrutura bem estadunidense que felizmente funciona. Acho que a única coisa que me incomodou muito (tenho muitos pequenos incômodos como alguém que não é diretamente o público-alvo, mas não precisam ser citados) foi o protagonista, além do personagem ser bem chatinho, o ator deixa muito a desejar. Não que o menino que faz o Caio seja fenomenal, mas é ''menos pior'' que ele. O pobi nem chorar conseguia.
Enfim, que as plataformas invistam em mais filmes assim... E que venha outras adaptações de Vitor Martins.
Este filme conversa demais com a população LGBT+ (é claro, é o propósito central). Mas digo isto, pois não é só por causa de uma promessa de um amor irreal e fantasioso, mas por uma questão de auto-aceitação, encontro de prazer na vida e lida com a estética. Para mim, a diferença biotípica dos atores fica em segundo plano. É um longa que é mais sobre cuidado mental, amor a si próprio e a crença no amor, seja ele padrão ou não. Além disso, é muito gostosinho de assistir, porque foge do óbvio. Ainda vivemos numa sociedade que precisa ser mais receptiva com a diversidade e o não-convencional. E o filme traz este frescor. Principalmente, ao ter o protagonismo de uma mãe mente-aberta, progressista e amorosa com o seu filho gay. Algo que pra alguns pode ser corriqueiro, porém pra muitos outros é uma realidade utópica e distante; e que de certo modo, o filme ajuda a dar aquela acendida na chama da esperança no coração de cada um que enfrenta rejeição.
Que delícia ver um filme LGBT nacional tão solar e descomplicado. Não tenta reinventar a roda nem criar um drama complexo, é só uma história fofa de amadurecimento e primeiro amor. Um clichê adolescente com muita sensibilidade. A estética é linda, a paleta de cores é um encanto e a Débora Falabella como mãe é tudo pra mim. Assistam e valorizem o cinema brasileiro!
Quinze Dias. Direção Daniel Lieff. Filme Nacional, baseada no livro homônimo do escritor Vitor Martins. Uma Comédia dramática e romance que aborda os problemas de bullying na escola.O filme acompanha Felipe (Miguel Lallo), um adolescente obeso, gay e tímido que sofre bullying na escola, gosta de férias para ficar no seu quarto sozinho longe dos problemas do colégio, assistindo séries, seus planos foram mudados pelo filho da vizinha que vai passar quinze dias na sua casa, enquanto a mãe viaja. O filme aborda o bullying na escola, a homofobia, o sofrimento dos adolescentes com suas dúvidas e descobertas. Filme gostoso de assistir, amei a trilha sonora, bom gosto do diretor, trilha sonora envolvente. É bom filme, trás um tema muito atual. Vale a pena conferir.
Acho que Quinze Dias cumpre bem o seu papel, ele entrega uma comédia romântica leve e com uma estrutura bem estadunidense que felizmente funciona. Acho que a única coisa que me incomodou muito (tenho muitos pequenos incômodos como alguém que não é diretamente o público-alvo, mas não precisam ser citados) foi o protagonista, além do personagem ser bem chatinho, o ator deixa muito a desejar. Não que o menino que faz o Caio seja fenomenal, mas é ''menos pior'' que ele. O pobi nem chorar conseguia.
Enfim, que as plataformas invistam em mais filmes assim... E que venha outras adaptações de Vitor Martins.
Fofo de tudo.
Este filme conversa demais com a população LGBT+ (é claro, é o propósito central). Mas digo isto, pois não é só por causa de uma promessa de um amor irreal e fantasioso, mas por uma questão de auto-aceitação, encontro de prazer na vida e lida com a estética. Para mim, a diferença biotípica dos atores fica em segundo plano. É um longa que é mais sobre cuidado mental, amor a si próprio e a crença no amor, seja ele padrão ou não. Além disso, é muito gostosinho de assistir, porque foge do óbvio. Ainda vivemos numa sociedade que precisa ser mais receptiva com a diversidade e o não-convencional. E o filme traz este frescor. Principalmente, ao ter o protagonismo de uma mãe mente-aberta, progressista e amorosa com o seu filho gay. Algo que pra alguns pode ser corriqueiro, porém pra muitos outros é uma realidade utópica e distante; e que de certo modo, o filme ajuda a dar aquela acendida na chama da esperança no coração de cada um que enfrenta rejeição.