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Um ferreiro cai de sua bicicleta quando tenta evitar uma tartaruga que cruza seu caminho. Ele leva o animal para casa para seu filho de doze anos, Rabi, que se torna tão fascinado pela tartaruga que esquece suas obrigações na loja do pai. Quando o ferreiro, raivoso, remove a tartaruga, o avô de Rabi, Pusga, o ajuda a procurar uma maior ainda para consolá-lo. Rabi quer domar o animal e essa nova obsessão o leva a desafiar a autoridade parental. Pusga gentilmente abre os olhos do garoto para os caminhos visíveis e invisíveis da natureza. Rabi começa a entender liberdade, responsabilidade e respeito pela vida. Em troca, ele desperta sentimentos em seu avô que por muito tempo estiverem enterrados.
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O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (3ª Temporada)
Meu Deus, que pena do que fazem com aquela tartaruga! Tudo bem que as intenções são as melhores e que trata-se de experiências infantis, mas fica desesperado sempre que via o quelônia emborcado. Os diálogos com o avô são as melhores coisas do filme, quando o roteiro assume o caráter de fábula ecológica, com uma ramificação romântica. É o filme mais ouedraoguiano do cineasta, tendo muitos aspectos em comum com o já clássico YAABA, O AMOR SILENCIOSO. Inclusive, num detalhe que dificulta o entendimento (o excesso de tramas paralelas, como as dores menstruais de uma garotinha). Superada a impressão de maus tratos contra o réptil, uma bela mensagem! (WPC>)
q lindo
A sutileza do cinema africano me emociona muito. Mais uma história aparentemente simples que deixa qualquer coração de pedra com um sorrisinho no rosto.