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Sinopse
No norte da Noruega, a poderosa família Jotun teme que a chegada de um jovem desajustado possa ser um sinal de que os temidos deuses nórdicos retornaram.
Essa série me mostrou algo totalmente diferente do que eu imaginava ser. Quando me falavam sobre, eu pensava que realmente era só um cara esquizofrênico que pensava ser um deus, mas não. A dislexia do personagem é usada para tentar mascarar o mal real que existe! É interessante ver a mitologia nórdica aplicada na atualidade, e a crítica social de como grandes líderes representam os "gigantes Jotun", infiltrados na humanidade. Sensacional! Gosto muito da atmosfera fria e chuvosa, cidade pequena e dos cenários montanhosos e gelados. Trilha sonora incrível também, M83 em peso!
A 1 temporada de Ragnarok, Série norueguesa da Netflix, tem boa ambientação inspirada na mitologia nórdica, mas esquece que precisa ter histórias para contar. Que a próxima temporada venha melhor.
Não à toa a revista Wired comparou esta série com a saga Crepúsculo. Claro que, em minha opinião, a franquia dos vampirinhos luminosos é muito pior. A abordagem em relação a mitologia nórdica é ofuscada por dramas frouxos e personagens com a simpatia de um iceberg. Achei impossível querer acompanhar a jornada desse rançoso Thor mirim mergulhado no vinagre com bicarbonato de sódio. O primeiro episódio começa com a excelente e nostálgica "Midnight City" (M83) na trilha sonora, a ambientação norueguesa é apetitosa, e a meia estrela vai para a atriz/jornalista/modelo/críticadecinema Synnøve Macody Lund, que sem dúvidas é a melhor "coisa" na fictícia cidade de Edda.
Achei muito ruim.
Bem diferente de tudo, encaixaram a mitologia muito bem. Podia ter mais efeitos especiais.
Essa série me mostrou algo totalmente diferente do que eu imaginava ser. Quando me falavam sobre, eu pensava que realmente era só um cara esquizofrênico que pensava ser um deus, mas não. A dislexia do personagem é usada para tentar mascarar o mal real que existe! É interessante ver a mitologia nórdica aplicada na atualidade, e a crítica social de como grandes líderes representam os "gigantes Jotun", infiltrados na humanidade. Sensacional! Gosto muito da atmosfera fria e chuvosa, cidade pequena e dos cenários montanhosos e gelados. Trilha sonora incrível também, M83 em peso!
A 1 temporada de Ragnarok, Série norueguesa da Netflix, tem boa ambientação inspirada na mitologia nórdica, mas esquece que precisa ter histórias para contar. Que a próxima temporada venha melhor.
Não à toa a revista Wired comparou esta série com a saga Crepúsculo. Claro que, em minha opinião, a franquia dos vampirinhos luminosos é muito pior. A abordagem em relação a mitologia nórdica é ofuscada por dramas frouxos e personagens com a simpatia de um iceberg. Achei impossível querer acompanhar a jornada desse rançoso Thor mirim mergulhado no vinagre com bicarbonato de sódio. O primeiro episódio começa com a excelente e nostálgica "Midnight City" (M83) na trilha sonora, a ambientação norueguesa é apetitosa, e a meia estrela vai para a atriz/jornalista/modelo/críticadecinema Synnøve Macody Lund, que sem dúvidas é a melhor "coisa" na fictícia cidade de Edda.