Ramiro possui uma loja de livros usados em Lisboa. Ele é um poeta que vive um pouco frustrado, um pouco resignado, entre a sua loja e a taverna, acompanhado por seu cão, seus companheiros fervorosos e seus vizinhos.
7.8 - Um filme, de Manuel Mozos, relativamente interessante, com personagens "normais" ou corriqueiras, e ao mesmo tempo, estranhas e com idiossincrasias pessoais. A um argumento simples, junta-se um desenrolar de imagens de boa qualidade, apesar de um tom algo arrastado, mas que "agarra o espectador", devido a uma certa comicidade implícita (ou seja, não tão óbvia ou explícita). Seguimos, na película, a história de um alfarrabista, também escritor, deprimido e com, claro, um bloqueio criativo duradouro, no seu dia-a-dia. Ponto negativo: talvez uma conclusão algo "insonsa" e sem grande sentido, não explicando, assim, a razão de ser da própria película.
Como pode um cara que fez uma obra prima como "João Bénard da Costa - Outros Amarão as Coisas que eu Amei" e prestar a fazer algo tão bobo e raso como isso?
7.8 - Um filme, de Manuel Mozos, relativamente interessante, com personagens "normais" ou corriqueiras, e ao mesmo tempo, estranhas e com idiossincrasias pessoais. A um argumento simples, junta-se um desenrolar de imagens de boa qualidade, apesar de um tom algo arrastado, mas que "agarra o espectador", devido a uma certa comicidade implícita (ou seja, não tão óbvia ou explícita). Seguimos, na película, a história de um alfarrabista, também escritor, deprimido e com, claro, um bloqueio criativo duradouro, no seu dia-a-dia.
Ponto negativo: talvez uma conclusão algo "insonsa" e sem grande sentido, não explicando, assim, a razão de ser da própria película.
Como pode um cara que fez uma obra prima como "João Bénard da Costa - Outros Amarão as Coisas que eu Amei" e prestar a fazer algo tão bobo e raso como isso?