O filme é montado de uma forma confusa. Ele não é realmente bom, mas a atuação de Lyda Borelli é magnífica e vale a conferida por suas expressões, gestos e olhares de horror excessivos.
Achei um filme triste, pois ele mostra o quando a juventude da mulher está atrelada ao seu valor na sociedade. A protagonista deseja ser jovem novamente para sentir-se desejada pelos homens. Essa preocupação excessiva com a juventude me lembra o filme da Hammer baseado na história da Elizabeth Bathory, chamado "Countess Dracula", onde a protagonista (interpretada pela diviníssima Ingrid Pitt) apavora-se com a velhice no reflexo do espelho. O filme é lindo e as roupas que a protagonista utiliza também! Adoro tecidos esvoaçantes! A cena do véu, é maravilhosa também! Apesar disso tudo, dispersei horrores e pausei o filme várias vezes. De uma duas: ou preciso me acostumar com filmes mudos ou não estou num bom dia para assistí-los. hahaah Enfim, vale a pena conferir!
Amando essa tour pelo cinema mudo italiano. É um mundo completamente diferente do cinema mudo americano. Ainda mais esses filmes de Divas que eram feitos exatamente para as atrizes brilharem. Esse filme é um escândalo artístico e merece ser descoberto pelos fãs do cinema mudo.
De fato não foi um dos melhores que assisti,sobretudo se comparado aos filmes da primeira e segunda década do cinema.Contudo, é importante apontar o clima sinistro criado pelas sombras, o suspense e expectação que atribuo ao Mephisto. A cena do espelho,na qual a protagonista coloca seu tule é exímia e ilustra o tom da história,sem falar na trilha sonora,quer dizer,na musica escolhida ,que além de bem elaborada,harmoniza perfeitamente com a teatralidade das cenas. No mais,esse tom educativo que tem alguns filmes dessa década,ao tratar de experiências ocultistas são um tanto cansativas,mesmo que seja preciso reconhecer certa ousadia nas cenas em que os prazeres se evidenciam,sob a presença ou atuação do diabo na vida do personagem.
Não tem uma história realmente, propriamente dita. A montagem é confusa demais. Porém é um belo exercício cênico e estético na parte final. Vi por curiosidade e fiquei com uma memória afetiva da protagonista no final desfilando com seu tule e que grande cena foi.
O filme é montado de uma forma confusa. Ele não é realmente bom, mas a atuação de
Lyda Borelli é magnífica e vale a conferida por suas expressões, gestos e olhares de horror excessivos.
Achei um filme triste, pois ele mostra o quando a juventude da mulher está atrelada ao seu valor na sociedade. A protagonista deseja ser jovem novamente para sentir-se desejada pelos homens. Essa preocupação excessiva com a juventude me lembra o filme da Hammer baseado na história da Elizabeth Bathory, chamado "Countess Dracula", onde a protagonista (interpretada pela diviníssima Ingrid Pitt) apavora-se com a velhice no reflexo do espelho. O filme é lindo e as roupas que a protagonista utiliza também! Adoro tecidos esvoaçantes! A cena do véu, é maravilhosa também! Apesar disso tudo, dispersei horrores e pausei o filme várias vezes. De uma duas: ou preciso me acostumar com filmes mudos ou não estou num bom dia para assistí-los. hahaah Enfim, vale a pena conferir!
Amando essa tour pelo cinema mudo italiano. É um mundo completamente diferente do cinema mudo americano. Ainda mais esses filmes de Divas que eram feitos exatamente para as atrizes brilharem. Esse filme é um escândalo artístico e merece ser descoberto pelos fãs do cinema mudo.
De fato não foi um dos melhores que assisti,sobretudo se comparado aos filmes da primeira e segunda década do cinema.Contudo, é importante apontar o clima sinistro criado pelas sombras, o suspense e expectação que atribuo ao Mephisto. A cena do espelho,na qual a protagonista coloca seu tule é exímia e ilustra o tom da história,sem falar na trilha sonora,quer dizer,na musica escolhida ,que além de bem elaborada,harmoniza perfeitamente com a teatralidade das cenas.
No mais,esse tom educativo que tem alguns filmes dessa década,ao tratar de experiências ocultistas são um tanto cansativas,mesmo que seja preciso reconhecer certa ousadia nas cenas em que os prazeres se evidenciam,sob a presença ou atuação do diabo na vida do personagem.
Não tem uma história realmente, propriamente dita. A montagem é confusa demais. Porém é um belo exercício cênico e estético na parte final. Vi por curiosidade e fiquei com uma memória afetiva da protagonista no final desfilando com seu tule e que grande cena foi.