A parte que mais me causou desconforto foi o homem que exterminada os ratos com seus cachorros. Sadismo é um troço que sempre me assusta e dá pra ver que o cara sente o maior prazer nisso. Gente doida da porra.
As partes sobre se alimentar ou venerar os ratos são muito interessantes. Eu me pegava pensando: como é que eles não tão tudo morrendo?!?????!?!?!?!??!?!?! Aí eu me lembrei da fala de uma colega da saúde. Ela ia em ilhas (com muito lixo e água suja) perto de Porto Alegre pra "ensinar" aos moradores os riscos de entrar em contato com aquela água podre. Mas eles simplesmente não entendiam como a água podia ser algo ruim. Pra eles, que nasciam e vivam naquele local, a água era amiga. Não fazia sentido nenhum uma mulher da cidade (que sempre teve água encanada) chegar lá com um discurso de que a água era perigosa. É obvio que haviam doenças no local, mas eles eram muito mais resistentes a isso do que a gente. Talvez se eu desse um mergulho naquela água, eu ficaria toda fudida. Mas eles não.
O ser humano se adapta a diferentes realidades e o mínimo que a gente pode fazer é deixar a pretenção de lado e aceitar que existem zilhões de maneiras de existir. E isso vale para os ratos também.
Apesar de muito bem abordado o impacto epidemiológico que esta praga acarreta em diversas culturas diferentes. Achei que a produção por vezes procurou mostrar de forma negativa a abordagem de diversos países mais simples que tratam os ratos de forma diferente (vulgo as partes mais focadas na Índia e Vietnã)
As partes mais interessantes eram pelos valores científicos, fotografia muito escura, algumas partes que dão até sono e alguns jupings desnecessários.
Concordo com os comentários sobre a sonoplastia ser exagerada, mas ainda assim é um bom filme. Fiquei impactadíssima em vários momentos.
A parte que mais me causou desconforto foi o homem que exterminada os ratos com seus cachorros. Sadismo é um troço que sempre me assusta e dá pra ver que o cara sente o maior prazer nisso. Gente doida da porra.
As partes sobre se alimentar ou venerar os ratos são muito interessantes. Eu me pegava pensando: como é que eles não tão tudo morrendo?!?????!?!?!?!??!?!?! Aí eu me lembrei da fala de uma colega da saúde. Ela ia em ilhas (com muito lixo e água suja) perto de Porto Alegre pra "ensinar" aos moradores os riscos de entrar em contato com aquela água podre. Mas eles simplesmente não entendiam como a água podia ser algo ruim. Pra eles, que nasciam e vivam naquele local, a água era amiga. Não fazia sentido nenhum uma mulher da cidade (que sempre teve água encanada) chegar lá com um discurso de que a água era perigosa. É obvio que haviam doenças no local, mas eles eram muito mais resistentes a isso do que a gente. Talvez se eu desse um mergulho naquela água, eu ficaria toda fudida. Mas eles não.
O ser humano se adapta a diferentes realidades e o mínimo que a gente pode fazer é deixar a pretenção de lado e aceitar que existem zilhões de maneiras de existir. E isso vale para os ratos também.
Apesar de muito bem abordado o impacto epidemiológico que esta praga acarreta em diversas culturas diferentes. Achei que a produção por vezes procurou mostrar de forma negativa a abordagem de diversos países mais simples que tratam os ratos de forma diferente (vulgo as partes mais focadas na Índia e Vietnã)
Mesmo assim, ótima produção
Legal demais ver como o "progresso" e o processe histórico, social e cultural afetaram esses animais.
Medo dos ratos!!