Temporada superior a temporada anterior. John Voigth levando a série nas costas. Muita preguiça desse personagem hipócrita Ray, e da insuportável Abby. As histórias paralelas são interessantes.
Se fosse melhor ajustada seria uma série memorável, já que a trama tem persongens e histórias em excesso, que não conseguem se conectar entre si e nem serem desenvolvidas plenamente, o que torna o enredo pouco fluído e muito rocambolesco, além do exagero nas atuações.
Superior à primeira. Assumiu a sua identidade. Não me remeteu a outras séries, embora o clichê do anti-herói traumatizado preso às misérias humanas. Um script psicológico que não falha. Assim é o clichê.
Temporada superior a temporada anterior. John Voigth levando a série nas costas. Muita preguiça desse personagem hipócrita Ray, e da insuportável Abby. As histórias paralelas são interessantes.
Se fosse melhor ajustada seria uma série memorável, já que a trama tem persongens e histórias em excesso, que não conseguem se conectar entre si e nem serem desenvolvidas plenamente, o que torna o enredo pouco fluído e muito rocambolesco, além do exagero nas atuações.
Superior à primeira. Assumiu a sua identidade. Não me remeteu a outras séries, embora o clichê do anti-herói traumatizado preso às misérias humanas. Um script psicológico que não falha. Assim é o clichê.
Essa temporada fio muito superior a primeira, mas ainda considero exageradas as cenas de sexo, não precisa.
Essa série é boa demais. Amei o sétimo episódio desta temporada, o do aniversário do Conor, Walk this Way. Direção do Liev Schreiber. Sensacional.