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Sinopse
Mulheres são raptadas e obrigadas a lutarem entre si pela sobrevivência. Confinadas, elas podem usar apenas as forças do punhos e apenas uma restará no fim.
Um filme como Raze que trabalha a presença de mulheres em condições que são aprisionadas e forçadas a se enfrentarem brutalmente com a desculpa rasa de ascender na sociedade como mulheres "livres" e com seu potencial total é algo realmente muito curioso. Apesar de cenas bem interessantes com uma sequência de lutas um pouco desajeitas - talvez propositalmente pois eram "cidadãs comuns e sem conhecimento de comate" - mas bem coreografadas, temos um lado curioso que Josh C. Waller trabalha de forma bem curiosa.
Waller mergulha completamente no exploitation e enfoca totalmente nessa situação inusitada fazendo um filme muito interessante de ação e confinamento. Mas acredito que que haja algumas fugidas nos diálogos que aparentam levar à situações desconexas com o plot trazendo um lado político / crítico de 0 a 100; como vemos em The Hunt (2019). Esse corte para "explicar a situação e a crítica social" é logo minguado em Raze, trazendo um jogo de cortes que dá a entender uma possível fuga pela personagem de Zoë Bell, que só vemos ocorrer realmente no final do longa.
Assim, Raze acaba não sendo um The Raid (2013) com sua ação, ação e ação muito bem coreografada, mas acho deveras bem inventivo a premissa, a atuação e o indução transmitidas nas cenas para os embates entre as sobreviventes.
Um filme de baixo orçamento, mais com uma proposta audaciosa, que foi mal executada em diversos pontos. O filme traz alguns clichés herdados do gênero, mais o que mim incomodou de verdade foi roteiro ter deixado muitas coisas subtendidas! Por exemplo a motivação dos vilões? E aquela doutrina deles? Afinal de contas qual era objetivo deles com tudo isso, só diversão? Eram só psicopatas sádicos ou será que tinha algo mais que o filme não deixou claro? O cenário é sujo e se encaixa muito bem na proposta do filme. O elenco tá ok, mais alguns personagens podiam ter sido um pouco mais aproveitados. Na primeira uma hora de filme, ele foi bem dramático e soube mexer com nosso psicológico! Mais falha muito no quesito luta corporal(apesar do diretor não ter receio nenhum de mostrar cenas bem fortes) mais para mim os cortes e a pressa de finalizar as lutas atrapalhou muito o desenvolvimento do filme! Tem luta que é jogada em tela enquanto outra ainda estava em execução. Pelo menos na meia hora final melhora bastante no que diz respeito a ação, Foi um prato cheio! Mais o desfecho da história foi muito mal executado, e de causa constrangimento.
ela não ter escapado e com vida. o roteiro te faz engolir uma série de coisas altamente improváveis (a novata colaborar, acreditarem que ela está morta, ela conseguir passar por todos aqueles corredores que convenientemente não têm câmeras, ou pior, têm câmeras mas convenientemente ninguém viu uma mulher ensanguentada correndo por eles, usar o elevador, chegar nos donos do rolê, matar eles, matar o guardinha, entrar em outro elevador e desarmar e matar dois guardas ao mesmo tempo, não atirar em ninguém na saída, tentar a sorte a pé depois de jogar não uma, mas duas armas fora) pra depois ela morrer rapidamente sem drama nenhum e tal. eu não acredito que forçaram tanto na burrice dessa mulher.
ps: tenho a impressão de que the girl with all the gifts tirou algo daqui.
Um filme como Raze que trabalha a presença de mulheres em condições que são aprisionadas e forçadas a se enfrentarem brutalmente com a desculpa rasa de ascender na sociedade como mulheres "livres" e com seu potencial total é algo realmente muito curioso. Apesar de cenas bem interessantes com uma sequência de lutas um pouco desajeitas - talvez propositalmente pois eram "cidadãs comuns e sem conhecimento de comate" - mas bem coreografadas, temos um lado curioso que Josh C. Waller trabalha de forma bem curiosa.
Waller mergulha completamente no exploitation e enfoca totalmente nessa situação inusitada fazendo um filme muito interessante de ação e confinamento. Mas acredito que que haja algumas fugidas nos diálogos que aparentam levar à situações desconexas com o plot trazendo um lado político / crítico de 0 a 100; como vemos em The Hunt (2019). Esse corte para "explicar a situação e a crítica social" é logo minguado em Raze, trazendo um jogo de cortes que dá a entender uma possível fuga pela personagem de Zoë Bell, que só vemos ocorrer realmente no final do longa.
Assim, Raze acaba não sendo um The Raid (2013) com sua ação, ação e ação muito bem coreografada, mas acho deveras bem inventivo a premissa, a atuação e o indução transmitidas nas cenas para os embates entre as sobreviventes.
Um filme de baixo orçamento, mais com uma proposta audaciosa, que foi mal executada em diversos pontos. O filme traz alguns clichés herdados do gênero, mais o que mim incomodou de verdade foi roteiro ter deixado muitas coisas subtendidas! Por exemplo a motivação dos vilões? E aquela doutrina deles? Afinal de contas qual era objetivo deles com tudo isso, só diversão? Eram só psicopatas sádicos ou será que tinha algo mais que o filme não deixou claro?
O cenário é sujo e se encaixa muito bem na proposta do filme. O elenco tá ok, mais alguns personagens podiam ter sido um pouco mais aproveitados. Na primeira uma hora de filme, ele foi bem dramático e soube mexer com nosso psicológico! Mais falha muito no quesito luta corporal(apesar do diretor não ter receio nenhum de mostrar cenas bem fortes) mais para mim os cortes e a pressa de finalizar as lutas atrapalhou muito o desenvolvimento do filme! Tem luta que é jogada em tela enquanto outra ainda estava em execução. Pelo menos na meia hora final melhora bastante no que diz respeito a ação, Foi um prato cheio!
Mais o desfecho da história foi muito mal executado, e de causa constrangimento.
mano que final esdrúxulo.
e não é só por conta de
ela não ter escapado e com vida. o roteiro te faz engolir uma série de coisas altamente improváveis (a novata colaborar, acreditarem que ela está morta, ela conseguir passar por todos aqueles corredores que convenientemente não têm câmeras, ou pior, têm câmeras mas convenientemente ninguém viu uma mulher ensanguentada correndo por eles, usar o elevador, chegar nos donos do rolê, matar eles, matar o guardinha, entrar em outro elevador e desarmar e matar dois guardas ao mesmo tempo, não atirar em ninguém na saída, tentar a sorte a pé depois de jogar não uma, mas duas armas fora) pra depois ela morrer rapidamente sem drama nenhum e tal. eu não acredito que forçaram tanto na burrice dessa mulher.
ps: tenho a impressão de que the girl with all the gifts tirou algo daqui.
Mas que porra de final foi esse?
kkkkkkkkkkk achei massa