O enfant terrible cineasta sul-africano e artista-cineasta Manus Oosthuizen se encontra com a crítica de cinema independente aprovada pelo Rotten Tomatoes Babette Cruickshank em um estúdio de som Echo Park. Com membros-chave da equipe de Manus se juntando, eles gravam uma faixa de comentários em áudio para seu novo documentário elegíaco "Razzennest". Mas a sessão segue um caminho diferente. A elevação final do horror arthouse, mas não como você poderia esperar.
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Vi por recomendação de um amigo e estava curtindo muito a sátira às críticas em formatos de 'podcast'. Porém, o miolo do enredo radiofônico é previsível em suas possessões posteriores aos ataques de tosse. Achei muito estranho que a Babette insistisse em continuar com a transmissão, mesmo sendo tão agredida pelo cineasta janota. E não vou mentir: ri com o despejo de ofensas contra Terrence Malick, Werner Herzog e afins. Se o Jörg Buttgereit não fosse tão fofo, diria que o personagem irritante era baseado nele. Mas voltando à boa idéia inicial, infelizmente desperdiçada: quando a montagem passa a ser subserviente aos diálogos, ao invés de seguir curso livre, já que era uma exibição supostamente preexistente, o filme decai bastante. Mas a narração do Joe Dante, num momento-chave coroa a ironia do projeto! (WPC>)
Sinceramente o maior mérito e crédito do longa satírico é a narração do querido Joe Dante.