Uma coisa que sempre me chama atenção nesses filmes antigos é como eles trocam tiros... sempre apontando a arma pra frente com um movimento brusco kkkkkk
Veneno Branco (Reinado do Crime) - USA - 1950 - visto no dia 14.08.21 Filme simples de ação dos anos 50 onde tem aquela história que tem um término romântico. Gostei do filme, da sua ambientação, da sua construção, dos lugares por onde passa a história. Filme simples, para mim interessante porém clichê, fórmula já bem conhecida mesmo. Aqui a história envolve uns homens mais procurados pela FBI chamado
Ritchie: ele é foragido da polícia, a policial especial da polícia de antidrogas quer se infiltrar com uma nova identidade, visual para pegar esse
bandido perigoso. Ela tenta de todas as formas se aproximar dele onde ele tem uma boa retaguarda de seguidores fiéis dos seus planos, negócios. Ele nunca fica sozinho. Aqui cita brevemente o papel da mulher na polícia. E nesse caso fala de como o ambiente policial na época era tóxico, machista e questionava a capacidade feminina em uma área dominada por homens até hoje. A história como disse, é simples:
ela se disfarça, vai até o México, local onde o bandido Ritchie se esconde junto com os seus comparsas e para descobrir provas dos seus crimes, para pegá-lo a polícia se infiltra. Não só uma, mas como também um outro policial que trabalha para o FBI também dos narcóticos, se envolve na investigação, se disfarça e confunde a policial mulher como criminosa sem ambos saberem que são policiais investigadores.
sem saberem, os dois se investigam, se envolvem. Esse envolvimento se deu através de o investigador confundi-la como criminosa parceira de Ritchie pois ela finge se interessar por ele para coletar informações e ele a pega e a mantém por custódia
. Tem cenas de perseguição, tiroteio, mortes bem contidas e sem sangue nenhum, considerando pela época da sua produção, uma época mais conservadora. O final
era comum no cinema hollywoodiano da época dos anos 50. Mas isso não tira o charme do filme, de um bom filme de ação, simples, que retrata uma época que traz muita curiosidade de conhecer e que tem boas produções. Acho muito válido mostrar como era o país naquela época, a polícia, pensamento, cultura e isso vemos, mesmo pouco, nesse filme onde foi o maior no foco na policia. Enfim, adoro filmes antigos, preto e branco, gostei dos diálogos e do cenário de referência da história, os locais onde acontece a história, trabalho dos atores e da direção firme e simples do longa. Vale a pena. Nota: 7,0
Gostei da Claire Trevor, não a conhecia. Participou do seu último Oscar em 98. Segundo filme que vejo do diretor William A. Seiter no mesmo mês sem ter planejado (o anterior foi "Rival Sublime" de dez anos antes deste). Noir carinhoso, a comédia sutil ou por vezes involuntária funciona como fermento, dá naturalidade e encorpa a investigação, a dupla protagonista consegue aprazer tranquilamente sem encher o saco.
que trabalha disfarçado no México. Suas negociações iniciais com Burr e MacMurray é interessantes e criam algum suspense desde o início. Além de algumas cenas boas,o resto da história não é muito ruim. "Borderline" ainda vale a pena ver para os fãs do gênero, a história principal, tem alguns toques cômicos ocasionais que se encaixam bem. Se isso acaba parecendo um pouco decepcionante, é simplesmente porque mostrou sinais de que seria melhor do que se revelou.
Bem mediano e simplório
Uma coisa que sempre me chama atenção nesses filmes antigos é como eles trocam tiros... sempre apontando a arma pra frente com um movimento brusco kkkkkk
Veneno Branco (Reinado do Crime) - USA - 1950 - visto no dia 14.08.21
Filme simples de ação dos anos 50 onde tem aquela história que tem um término romântico. Gostei do filme, da sua ambientação, da sua construção, dos lugares por onde passa a história. Filme simples, para mim interessante porém clichê, fórmula já bem conhecida mesmo. Aqui a história envolve uns homens mais procurados pela FBI chamado
Ritchie: ele é foragido da polícia, a policial especial da polícia de antidrogas quer se infiltrar com uma nova identidade, visual para pegar esse
ela se disfarça, vai até o México, local onde o bandido Ritchie se esconde junto com os seus comparsas e para descobrir provas dos seus crimes, para pegá-lo a polícia se infiltra. Não só uma, mas como também um outro policial que trabalha para o FBI também dos narcóticos, se envolve na investigação, se disfarça e confunde a policial mulher como criminosa sem ambos saberem que são policiais investigadores.
sem saberem, os dois se investigam, se envolvem. Esse envolvimento se deu através de o investigador confundi-la como criminosa parceira de Ritchie pois ela finge se interessar por ele para coletar informações e ele a pega e a mantém por custódia
dois sentimentalmente se envolvem sem saber
unem para pegar Ritchie
agridoce
Nota: 7,0
Gostei da Claire Trevor, não a conhecia. Participou do seu último Oscar em 98. Segundo filme que vejo do diretor William A. Seiter no mesmo mês sem ter planejado (o anterior foi "Rival Sublime" de dez anos antes deste). Noir carinhoso, a comédia sutil ou por vezes involuntária funciona como fermento, dá naturalidade e encorpa a investigação, a dupla protagonista consegue aprazer tranquilamente sem encher o saco.
Trevor é um policial
que trabalha disfarçado no México. Suas negociações iniciais com Burr e MacMurray é interessantes e criam algum suspense desde o início. Além de algumas cenas boas,o resto da história não é muito ruim.
"Borderline" ainda vale a pena ver para os fãs do gênero, a história principal, tem alguns toques cômicos ocasionais que se encaixam bem. Se isso acaba parecendo um pouco decepcionante, é simplesmente porque mostrou sinais de que seria melhor do que se revelou.