A cruel história de amor entre o rei Lee In, que luta pelo poder na corte real, e Kang Hee Soo, que tenta seduzir o rei e se vingar - até que algo inesperado acontece.
Emissora: TVING • Episódios: 16 • Duração: 70 min.
Nada novo sob o sol. Foi difícil passar do primeiro episódio. Era pra eu ter terminado esse drama há muito tempo, como fiquei sem acesso a Netflix não pude terminá-lo. Adoro quando tem no enredo uma personagem disfarçada de homem, esse foi um dos principais motivos de eu continuar acompanhando esse drama. A atriz que tem a fama de não entregar muito em seus personagens. Sinto que na versão dublada tenha ajudado um pouco, com eu disse 'um pouco'.
E não é que ela conseguiu terminar o drama sem a grande maioria não saber que ela é uma garota.
É um drama que nos caminha para um final triste, eu já estava preparado pra isso. Embora tenha algumas cenas que me agradaram no último episódio, sinto que ela não precisava ter essa quantidade de episódios. No geral foi um drama okay, não achei de todo ruim acompanhá-lo não.
Roteiro intrigante, instigante, tenso e surpreendente, que teve um bom desenvolvimento, mas deveria ter tido um final mais elaborado. Jo Jung-suk atuou brilhantemente como o Rei Lee Yi In, se entregando totalmente ao personagem. Merece ser premiado por sua interpretação maravilhosa nessa obra. O Rei foi, sem dúvida, a cereja do bolo nesse drama.
Gosto de drama históricos, onde mostram conspirações políticas envolvendo a corte real. Neste quesito, a roteirista fez um bom trabalho. Geralmente, em estórias assim, me coloco no lugar do rei e fico imaginando a difícil vida de uma pessoa que, além de governar uma nação, não pode confiar em absolutamente ninguém, nem na própria família, se duvidar, nem na própria sombra. É tanta pressão que neste tipo de estória, não sou capaz de julgar as ações do rei. Reino da conquista tem um bom enredo, o cenário e os figurinos fazem jus a estória e os atores fizeram um bom trabalho, apesar de que não há uma trilha sonora memorável e eu senti falta disso, só que para mim o maior problema foi a escolha da atriz. Particularmente, não tenho nada contra a atuação da Shin Sae Kyeong, a falha mesmo foi o fato da atriz ser feminina demais para o papel proposto. Era praticamente impossível olhar para ela e ver um homem. Eu sequer consegui imaginar. Para mim, isso tirou a veracidade das coisas. Sem querer fazer comparações, mas apenas dando exemplo, a atriz Park Eun-bin no K-drama O Rei de Porcelana se encaixou bem em um papel masculino. A parte romântica também foi fraca. Sou obrigada a concordar com as críticas em relação a fraca química dos protagonistas. De qualquer forma, não ligo muito para romance quando assisto dramas históricos. Em relação ao final, não achei de todo ruim, mas desejei que as circunstâncias tivessem tomado outro rumo.
Pelo que eu entendi, a Kang Hee Soo não podia se apresentar como mulher porque no começo ela tinha se aproximado do rei como homem e naquela época isso era uma falha grave, punível até com a morte. Ainda que o rei a apoiasse, ele também não seria bem visto por ter colaborado com essa mentira. Acredito que foi por isso que deixaram o final daquele jeito.
Bom Dorama, mas pensei que o desfecho seria melhor.
Nada novo sob o sol.
Foi difícil passar do primeiro episódio.
Era pra eu ter terminado esse drama há muito tempo, como fiquei sem acesso a Netflix não pude terminá-lo.
Adoro quando tem no enredo uma personagem disfarçada de homem, esse foi um dos principais motivos de eu continuar acompanhando esse drama.
A atriz que tem a fama de não entregar muito em seus personagens. Sinto que na versão dublada tenha ajudado um pouco, com eu disse 'um pouco'.
E não é que ela conseguiu terminar o drama sem a grande maioria não saber que ela é uma garota.
É um drama que nos caminha para um final triste, eu já estava preparado pra isso.
Embora tenha algumas cenas que me agradaram no último episódio, sinto que ela não precisava ter essa quantidade de episódios.
No geral foi um drama okay, não achei de todo ruim acompanhá-lo não.
Gostei dos protagonistas, a mulher bastante inteligente,uma série que prende a atenção cheia de reviravoltas e intrigas,
Só acho que deveria ter o casamento dos dois protagonistas no final,depois de tanto sofrimento.
Roteiro intrigante, instigante, tenso e surpreendente, que teve um bom desenvolvimento, mas deveria ter tido um final mais elaborado. Jo Jung-suk atuou brilhantemente como o Rei Lee Yi In, se entregando totalmente ao personagem. Merece ser premiado por sua interpretação maravilhosa nessa obra. O Rei foi, sem dúvida, a cereja do bolo nesse drama.
Gosto de drama históricos, onde mostram conspirações políticas envolvendo a corte real. Neste quesito, a roteirista fez um bom trabalho. Geralmente, em estórias assim, me coloco no lugar do rei e fico imaginando a difícil vida de uma pessoa que, além de governar uma nação, não pode confiar em absolutamente ninguém, nem na própria família, se duvidar, nem na própria sombra. É tanta pressão que neste tipo de estória, não sou capaz de julgar as ações do rei.
Reino da conquista tem um bom enredo, o cenário e os figurinos fazem jus a estória e os atores fizeram um bom trabalho, apesar de que não há uma trilha sonora memorável e eu senti falta disso, só que para mim o maior problema foi a escolha da atriz. Particularmente, não tenho nada contra a atuação da Shin Sae Kyeong, a falha mesmo foi o fato da atriz ser feminina demais para o papel proposto. Era praticamente impossível olhar para ela e ver um homem. Eu sequer consegui imaginar. Para mim, isso tirou a veracidade das coisas. Sem querer fazer comparações, mas apenas dando exemplo, a atriz Park Eun-bin no K-drama O Rei de Porcelana se encaixou bem em um papel masculino.
A parte romântica também foi fraca. Sou obrigada a concordar com as críticas em relação a fraca química dos protagonistas. De qualquer forma, não ligo muito para romance quando assisto dramas históricos.
Em relação ao final, não achei de todo ruim, mas desejei que as circunstâncias tivessem tomado outro rumo.
Pelo que eu entendi, a Kang Hee Soo não podia se apresentar como mulher porque no começo ela tinha se aproximado do rei como homem e naquela época isso era uma falha grave, punível até com a morte. Ainda que o rei a apoiasse, ele também não seria bem visto por ter colaborado com essa mentira. Acredito que foi por isso que deixaram o final daquele jeito.