Um ator famoso encontra uma morte prematura após ser traído por um amante. Mas surge uma segunda oportunidade: regressar ao seu eu mais jovem. Isso marca o início de uma jornada para se tornar uma estrela mais uma vez.
É notório que Reset bebeu da mesma fonte de "A Esposa do Meu Marido", e além do conflito principal, a forma como o Thada se comporta é muito parecida com a do prota da versão coreana. Mas esse não é o ponto, porque não acho isso nenhum problema, mas sim, a falta de uma história amarrada. Tipo, o amigo ator/traídor dele some na história, o fotográfo também. Depois o meio-irmão do Thada se torna o vilão principal (lembra muito a ex-namorada do prota de MMH), a tia vai ter câncer e o Armin nem se importa tanto, os conflitos são solucionados rapidamente, tem episódio que não tem nem tensão (o cinco e o seis), e que se sustenta em somente em cenas de romance (uma boa parte, pra falar verdade).
Esperava mais. Prometeu muito no primeiro episódio, e não cumpriu quase nada pra mim.
Gosto muito da temática viagem no tempo e gostei muito da dinâmica da história, onde o protagonista teve a chance de reviver sua vida desde o início da carreira para descobrir quem o matou no presente/futuro. A química dos protagonista é surreal, com as cenas românticas ao som de uma música clássica, era extremamente sensual. Era poético, transmitia amor e desejo, enfim, fica a lição de que nem sempre o explícito é o mais bonito.
Primeiro o Armin que não conseguia separar os tempos, misturando seus sentimentos do futuro amargo com o presente, onde ele nem conhecia os seus possíveis assassinos e ficava acusando cada um deles. Entendo o personagem, mas foi muito repetitivo, e ele sempre explodia, quando podia ter sido mais inteligente e investigado antes, agir como um detetive, um espião, sei lá. Mas não, toda hora acusava alguém e a pessoa nem sabia quem ele era. Se não fosse ficção, ele já teria sido internado como louco. O irmão do Tada foi um bom vilão, mas do nada mudaram a motivação dele. Se antes era ganância, concorrência, depois virou vingança de um amor frustrado. Olha que papelão essa justificativa. Mas de resto, gostei bastante das ações dele, como vilão.
Os demais personagens foram bem secundários mesmo, com pouquíssimo tempo em tela. Ainda bem, porque que sabor foi ver o romance dos protagonistas. Que diferença é um romance adulto, não é mesmo? A série merece muito sucesso e muitos prêmios.
Desculpa quem gostou, mas achei uma história mal contada.
É notório que Reset bebeu da mesma fonte de "A Esposa do Meu Marido", e além do conflito principal, a forma como o Thada se comporta é muito parecida com a do prota da versão coreana. Mas esse não é o ponto, porque não acho isso nenhum problema, mas sim, a falta de uma história amarrada. Tipo, o amigo ator/traídor dele some na história, o fotográfo também. Depois o meio-irmão do Thada se torna o vilão principal (lembra muito a ex-namorada do prota de MMH), a tia vai ter câncer e o Armin nem se importa tanto, os conflitos são solucionados rapidamente, tem episódio que não tem nem tensão (o cinco e o seis), e que se sustenta em somente em cenas de romance (uma boa parte, pra falar verdade).
Gosto muito da temática viagem no tempo e gostei muito da dinâmica da história, onde o protagonista teve a chance de reviver sua vida desde o início da carreira para descobrir quem o matou no presente/futuro.
A química dos protagonista é surreal, com as cenas românticas ao som de uma música clássica, era extremamente sensual. Era poético, transmitia amor e desejo, enfim, fica a lição de que nem sempre o explícito é o mais bonito.
Mas eu tenho umas críticas ao enredo.
Primeiro o Armin que não conseguia separar os tempos, misturando seus sentimentos do futuro amargo com o presente, onde ele nem conhecia os seus possíveis assassinos e ficava acusando cada um deles. Entendo o personagem, mas foi muito repetitivo, e ele sempre explodia, quando podia ter sido mais inteligente e investigado antes, agir como um detetive, um espião, sei lá. Mas não, toda hora acusava alguém e a pessoa nem sabia quem ele era. Se não fosse ficção, ele já teria sido internado como louco.
O irmão do Tada foi um bom vilão, mas do nada mudaram a motivação dele. Se antes era ganância, concorrência, depois virou vingança de um amor frustrado. Olha que papelão essa justificativa. Mas de resto, gostei bastante das ações dele, como vilão.
Os demais personagens foram bem secundários mesmo, com pouquíssimo tempo em tela.
Ainda bem, porque que sabor foi ver o romance dos protagonistas.
Que diferença é um romance adulto, não é mesmo?
A série merece muito sucesso e muitos prêmios.