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Data de lançamento
10 Set. 2010Duração
Alice continua em sua missão de procurar e proteger todos os sobreviventes que puder encontrar. Com a ajuda de uma velha amiga, ela tenta levá-los para Los Angeles, lugar que acredita ser seguro, até que a cidade é invadida por milhares de mortos-vivos. Agora, Alice deve salvá-los não só dos zumbis, mas também de sua violenta guerra com a Corporação Umbrella.
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O da prisão. Eu gosto e, apesar dos furos, tem cenas icônicas. Fica muito clara aqui a mudança para uma direção mais preocupada com o que é cool do que com o que faz sentido. E funciona — pelo menos quando o filme abraça isso.
⚠️ Aviso de Spoilers: Se você não assistiu a esse filme, corra daqui.
"Resident Evil 4: Recomeço" foi quando a franquia decidiu que não precisava mais ter roteiro e atuação — bastava ter câmera lenta e efeitos visuais saindo da tela que estava bom. Com o retorno do Paul W.S. Anderson na direção, o filme foi feito inteiramente pensado pra arrancar o dinheiro do público com o 3D dos cinemas da época que bombava nas salas — onde muitas cenas eram feitas puramente pra valer o efeito, com facas, cacos de vidro e moedas voando direto na cara de quem abraçou pra assistir.
A história começa enterrando tudo o que o filme anterior fez: o diretor deu um jeito de matar em 10 minutos todo o exército de clones da Alice no Japão, depois o vilão genérico tira os superpoderes dela com uma seringa e pronto, vida que segue. Agora sem telecinese (mas ainda dando saltos de vinte metros), Alice pega um aviãozinho, resgata a Claire no Alasca e vai parar no teto de uma prisão em Los Angeles. Lá, eles encontram o Chris Redfield — interpretado pelo galã de Prison Break, que por coincidência está trancado numa cela.
O filme é uma coleção de apelação: o zumbi gigante do machado quebrando o banheiro em câmera lenta com a água voando, a Alice usando moedas de quarto de dólar como munição de espingarda e o vilão Albert Wesker (cópia barata do Agente Smith de Matrix), usando óculos escuros dentro de um navio no escuro.
Entre tirinhos em 3D, cães mutantes abrindo a cabeça ao meio (coisa cafona horrorosa) e uma batalha final forçada — dessas que dá até raiva de ver — num navio branco imaculado, onde o vilão surge indestrutível e com aquele sorriso na boca onde até o branco dos dentes é falso, "Resident Evil 4" é o pior filme da franquia. É um videogame apelativo e de mau gosto que você vê ao vivo. É brega, é mentiroso, é ridículo, mas se você assistir sem pretensão nenhuma, garante boas risadas com uma das piores escolhas criativas pra um filme dos anos 2010.
amei, exageradíssimo e com cenas feitas pro 3D muito datadas!! excepcional
Eu diria que depois do segundo filme, esse é o mais legal até agora. Gostei do foco maior em sobrevivência e em lutas contra os zumbis. O grupo é interessante, as cenas de ação e luta são ótimas também.
O mais esquecível da franquia