Tem algo de felliniano na alucinação da protagonista e nas ilustrações dos créditos finais: a comunhão de tantos personagens naquele banheiro presta uma ótima homenagem ao Grupo Galpão e a aparição de Grace Passô é deveras climática. Teuda Bara merece a reverência claro, mas o enredo metalingüístico não me fisgou, infelizmente! (WPC>)
Tem algo de felliniano na alucinação da protagonista e nas ilustrações dos créditos finais: a comunhão de tantos personagens naquele banheiro presta uma ótima homenagem ao Grupo Galpão e a aparição de Grace Passô é deveras climática. Teuda Bara merece a reverência claro, mas o enredo metalingüístico não me fisgou, infelizmente! (WPC>)