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Data de lançamento
30 Abril 1954Duração
Em 1875, durante a corrida do ouro nos Estados Unidos, Matt Calder (Robert Mitchum), um ex-presidiário que recentemente saiu da cadeia, reencontra Mark Calder (Tommy Retting), seu jovem filho que nada sabe do seu passado. Com ele planeja se estabelecer como fazendeiro. Algum tempo depois os dois socorrem Kay Weston (Marilyn Monroe), uma cantora de saloon que conheciam, e Harry Westo (Rory Calhoun), seu namorado, quando tentavam atravessar um perigoso rio em uma balsa. Mas Harry está tão ansioso em registrar uma concessão de ouro que ele diz que ganhou em um jogo que fere Matt, que o salvou, pois quer um cavalo e uma arma a qualquer custo. Kay fica então no rancho cuidando de Matt e Mark, enquanto Harry vai embora sozinho, mas prometendo voltar. Entretanto, os índios chegam no local e os três são obrigados a fugir por um rio com perigosas corredeiras. Mas o rancheiro está determinado em chegar ao seu destino, para se vingar.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
River of No Return de 1954, no Brasil O Rio das Almas Perdidas. O grande Robert Mitchum e a magnífica Marilyn Monroe, aqui em um personagem um pouco mais sério e menos bobo, mas ainda assim estereotipada, não conseguem salvar esse filme parado, que parece que nunca engrena de verdade. Nem a situação de Calder (Robert Mitchum), tampouco o romance quase inevitável entre os dois, conseguem gerar a tensão ou o envolvimento necessários.
Perde-se muito tempo em situações para justificar e desenvolver a relação dos dois, em vez de investir em qualquer outra coisa. Eles passam por várias dificuldades ao longo da jornada, mas a relação parece não evoluir de forma convincente.
Somente nos segundos finais fica definitivamente claro que eles ficam juntos, mesmo sabendo que isso seria óbvio, apesar do fraco desenrolar até então.
O mesmo vale para o confronto entre Calder e Harry Weston (Rory Calhoun), que só acontece no final. Com uma referência às circunstâncias em que o personagem de Calder matou um homem atirando nas costas, seu filho Mark (Tommy Rettig) acaba salvando o pai e atirando naquele insuportável do Weston.
De ponto positivo, o par principal de lendas de quem eu sou fã, uma fotografia extremamente linda, um filme com qualidade técnica muito boa e uma sequência de imagens na natureza muito bem resolvida. Gostei da atuação de Tommy Rettig como Mark. E o que esse até então moleque pode ter se gabado de ter estado perto de Marilyn é brincadeira. Ele sumiu cedo do cinema e morreu aos 54 anos, em 1996, mas só essa experiência já valeu por tudo.
No geral, um western com belíssimas imagens e dois astros de peso, mas que peca no ritmo e no desenvolvimento das relações.
Assistido em 01/09/2026
Fala muito bem sobre a cultura americana e existe grandes momentos entre os personagens.Preminger não foi a opção que o estúdio queria,mas o resultado final é melhor que o esperado.A ótima fotografia rende momentos agradáveis ao espectador.Monroe e Mitchum em uma dinâmica respeitável.Ambos com problemas nos sets de filmagem,Mitchum se embriagava diariamente e Monroe acabou quebrando o tornozelo e tendo que adiar por vários dias as gravações.
>Assistido em 09 de Junho de 2026
Reconheço que têm suas problemáticas, mas o filme tem uma vibe tão relaxante.
Marilyn cantando é como um anjo.
A parte da jangada (que são uns 80% do filme) é muito chatinha, da sobrevivência e dos encontros, mas são rápidos na ação e lentos na sobrevivência. A melhor parte, com certeza, é o final, pela cebola que descasca com o menino.
Tecnicamente, um western, mas parece mais uma mistura de drama e aventura fluvial, quase um ancestral de "O Rio Selvagem". Mitchum e Monroe formam um par interessante, e a performance dela mostra que tinha potencial para ser bem mais do que apenas um sex symbol.