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No Arkansas um veterano xerife, Rooster Cogburn (John Wayne), tem o distintivo cassado, pois o juiz Parker (John McIntire) entendeu que Rooster se excedeu no cumprimento do dever e provocou várias mortes. Paralelamente a quadrilha liderada por Hawk (Richard Jordan) e Breed (Anthony Zerbe) provoca mortes para roubar um carregamento de nitroglicerina, pois pretende usar o explosivo para roubar um carregamento de ouro. Diante desta situação delicada Parker devolve o distintivo a Cogburn e lhe promete um aumento de salário, pois o bando precisa ser detido. Mas os bandidos já estão em um assentamento indígena, que recebe orientação do reverendo George Goodnight (Jon Lormer) e sua filha Eula (Katharine Hepburn). Quando um tumulto acontece no acampamento, o reverendo é morto por um dos bandidos e Eula procura Cogburn para encontrar os culpados pela morte do seu pai.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Rebaixado por cometer excessos, o veterano xerife "Rooster" Cogburn (John Wayne) está prestes a se aposentar. Quando é informado que uma perigosa quadrilha roubou um carregamento de nitroglicerina no Arkansas, Cogburn obtém de volta o distintivo para voltar em cena e enfrentar o bando de algozes, liderado por Hawk (Richard Jordan) e Breed (Anthony Zerbe). No caminho se juntará à filha de um reverendo assassinado pelo grupo, que deseja vingança, Eula (Katharine Hepburn).
Com uma brilhante fotografia das reais montanhas do Oregon, essa continuação de ‘Bravura indômita’ (1969) é um faroeste bem-humorado, veloz e com dois monstros sagrados fazendo a única parceria de suas carreiras, Katharine Hepburn, única atriz a ganhar quatro Oscars e que não tem nada de parentesco com Audrey, e a lenda do cinema western John Wayne, em seu penúltimo filme – ele estava com 68 anos, e morreria quatro anos depois. É uma mistura de ‘Uma aventura na África’ (1951) com ‘Os abutres têm fome’ (1970) no melhor estilo bangue-bangue, com o retorno triunfal do xerife zangado, bebum e grosseiro, mas de bom coração, Cogburn, papel que rendeu a Wayne o Oscar de melhor ator na obra original, em 1970. Ele agora encara uma missão derradeira, de capturar um bando que roubou nitroglicerina para explodir um carregamento de ouro e roubar a enorme carga. Há momentos engraçadíssimos dos dois personagens improváveis, que vivem se cutucando, brincam com a velhice e tentam elaborar armadilhas criativas para caçar os criminosos. Há uma cena de ação particularmente muito boa, nas corredeiras de um rio violento, bem filmada, com os atores idosos substituídos por dublês, devido aos riscos. Quem, como eu, curte faroeste, irá se divertir. Segundo e último filme dirigido por Stuart Millar, três anos depois de ‘Quando morrem as lendas’ (1972), que era produtor e depois só rodou seriados.
Recentemente a Classicline lançou o filme em DVD juntamente com a primeira parte, ‘Bravura indômita’ – e ambas as versões já haviam sido lançadas em DVD muito tempo atrás pela Universal e Paramount Pictures. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspot
11.01.1989
Eita.... filme tem umas passagens hilárias, ele dando cerveja pro gato e depois o juiz pisando no rabo do gato, o diálogo inicial dele com a personagem de K.H também é hilário, temos um John Wayne já velho e faz disso é feito até piada quando o juiz lhe diz que ele tem a barriga grande que não consegue abotoar o paléto, o vilão é o bom ator Richard Jordan a história não tem nada de novo e da pro gasto principalmente pelo peso dos atores envolvidos e o alívio cômico....
Eu gostei nesse filme um velho deu uma resposta que eu uso sempre que preciso.
Uma boa (apesar de inferior) sequência de Bravura Indômita. Wayne e Hepburn seguram muito bem o filme. Este é o penúltimo filme de Wayne (aqui com 71 anos e Hepburn com 68). Um dos últimos suspiros deste gênero, meu favorito, o western. Recomendo.