René Vidal, um realizador de cinema longe dos seus tempos áureos, tem nas mãos o remake da série «Les Vampires» . Considerando que nenhuma atriz francesa poderia substituir Musidora, no papel de Irma Vep, ladra de jóias, decide utilizar Maggie Cheung, célebre em filmes de ação made in Hong Kong. Cheung, meio perdida - não falar francês não ajuda -, procura dar corpo à visão de Vidal, levando muito a sério o seu papel de criminosa mascarada, vestida em latex colado ao corpo. Mas ninguém parece acreditar nas capacidades de Vidal, e o próprio está à beira de uma depressão nervosa. Cheung tem ainda de lidar com os avanços de Zoé, do guarda-roupa, e com as intrigas da assistente de produção, Maité, no meio de uma rodagem completamente caótica.
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Um dos primeiros sucessos de Assayas.Monta muito bem seu elenco e o protagonismo de Maggie é um dos melhores de sua carreira.
>Assistido em 30 de Dezembro de 2025
achei que de fato seria um filme ''super cool'' mas ficou só na expectativa mesmo.
poxa queria ter gostado mais... mas a atriz é linda e adoro látex
Pode ser que no futuro eu reavalie minha nota e conclua que é fruto do exagero e calor do momento, mas metalinguagem cinematográfica é algo que curto demais. A figura do René Vidal, esse diretor obcecado e psicótico me intrigou muito e o fato desse papel ser entregue por Jean Pierre Leaud teve um certo peso nisso. Fiquei também totalmente hipnotizada por Maggie Cheung, os debates a cerca da atriz e seu personagem no filme com os mais diferentes pontos de vista carregam certa relevância, e sua tentativa sincera de se conectar com René me parecia loucura, uma certa loucura que eu ficaria escutando por horas a fio. E por fim, no amago da minha alma hispter (desculpa), aquela cena de Maggie ao som de Sonic Youth me pegou de surpresa demais, assim como a presença de "Bonnie and Clyde" som de Brigitte Bardot com Serge Gainsbourg. Fui embalada direitinho.
você se sente próximo de maggie cheung de uma maneira inexplicável!