A história de um ex-boxeador que abandona o boxe após um desentendimento com as autoridades sobre as políticas subjacentes, mas continua a treinar uma pescadora para realizar seu sonho através dela.
O filme tem os seus bons momentos e um elenco competente, mas o trabalho de direção pouco inspirado impediu que ele se tornasse algo melhor. A trilha sonora que sempre é um dos grandes atrativos das produções indianas no caso desse filme é fraca e decepcionante. Não gostei também do fato de ter deixado no final algumas situações em aberto. Resumindo, um filme mediano que vale uma conferida pela sua história, já que a sua realização deixou a desejar.
A marra é um modo de ser que traz muitas coisas pela simples coragem de ser. Mas, por traumas, também carrega um certo medo. É nesse fato que o roteiro nos engana com seu furo falso, quando nos faz pensar no porque Madhi ter tanto talento e força de vontade, mas não querer estar num ginásio.
Pelo lugar em que vive, prefere muito mais fazer piadas dos caras do que ter uma amizade com eles. Simplesmente não há quem mereça! Até o próprio pai, o exemplo da casa (ironia), à xinga por ela parecer não ter sentimentos.
Por toda sua razão de revolta, até o público esquece que ela é apenas uma jovem à procura de respeito e de ser amada pelo que é. É aí que seu treinador surge. Apesar de não haver maldade nos olhos dele, também parecia não haver mais espaço pra amor. Infelizmente, assim ele vai lidando com as disconfianças dela ao mesmo tempo que lida com seus próprios fracassos. Sem amor pelo outro, tudo vira arma e forma de egoísmo, até um conselho. Tudo que se faz é por alguém, não só pelo meio em que vive. Aí é que tá o verdadeiro acolhimento.
A versatilidade da obra faz total sentido, e me agradou muito. Por vezes me emocionava enquanto ainda estava rindo. De repente ficava uma vibe meio teen, mas sem destoar do resto... Primorosa como poucas. Não tem medo de fluir pra vários lugares, porque sabe que tudo vai fazer sentido no final do caminho.
O filme tem os seus bons momentos e um elenco competente, mas o trabalho de direção pouco inspirado impediu que ele se tornasse algo melhor. A trilha sonora que sempre é um dos grandes atrativos das produções indianas no caso desse filme é fraca e decepcionante. Não gostei também do fato de ter deixado no final algumas situações em aberto. Resumindo, um filme mediano que vale uma conferida pela sua história, já que a sua realização deixou a desejar.
Irudhi Suttru (2016)
★★★½
A marra é um modo de ser que traz muitas coisas pela simples coragem de ser. Mas, por traumas, também carrega um certo medo. É nesse fato que o roteiro nos engana com seu furo falso, quando nos faz pensar no porque Madhi ter tanto talento e força de vontade, mas não querer estar num ginásio.
Pelo lugar em que vive, prefere muito mais fazer piadas dos caras do que ter uma amizade com eles. Simplesmente não há quem mereça! Até o próprio pai, o exemplo da casa (ironia), à xinga por ela parecer não ter sentimentos.
Por toda sua razão de revolta, até o público esquece que ela é apenas uma jovem à procura de respeito e de ser amada pelo que é. É aí que seu treinador surge. Apesar de não haver maldade nos olhos dele, também parecia não haver mais espaço pra amor. Infelizmente, assim ele vai lidando com as disconfianças dela ao mesmo tempo que lida com seus próprios fracassos. Sem amor pelo outro, tudo vira arma e forma de egoísmo, até um conselho. Tudo que se faz é por alguém, não só pelo meio em que vive. Aí é que tá o verdadeiro acolhimento.
A versatilidade da obra faz total sentido, e me agradou muito. Por vezes me emocionava enquanto ainda estava rindo. De repente ficava uma vibe meio teen, mas sem destoar do resto... Primorosa como poucas. Não tem medo de fluir pra vários lugares, porque sabe que tudo vai fazer sentido no final do caminho.
Esperava bem mais do filme...
Madhavan estava uma tora Oo