A placa "Lar para orfãos e abandonados" me fez pensar no desinteresse do governo em dar suporte as pessoas. Mas e Milos? Iria so fazer o que o mestre mandasse, sem se opor? Iria apenas confiar no patrão como se fosse uma criança inocente?
Pra mim, o filme tem dois topicos que valem a sessão. O medo do sistema que mantém o empregado passivo, cada vez mais se afastando do afeto, e a cultura religiosa que impõe filhos, mesmo com o estado da nação. No fim, o governo as abandona, assim permitindo que o mau as pegue nos braços para explorar.
Apesar de tanto (acúmulo de) conhecimento, não dá pra entender se ela é insegura/tem medo ou se é prisioneira daquele sistema. Resta o devaneio e toda aquela "anestesia".
A placa "Lar para orfãos e abandonados" me fez pensar no desinteresse do governo em dar suporte as pessoas. Mas e Milos? Iria so fazer o que o mestre mandasse, sem se opor? Iria apenas confiar no patrão como se fosse uma criança inocente?
Pra mim, o filme tem dois topicos que valem a sessão. O medo do sistema que mantém o empregado passivo, cada vez mais se afastando do afeto, e a cultura religiosa que impõe filhos, mesmo com o estado da nação. No fim, o governo as abandona, assim permitindo que o mau as pegue nos braços para explorar.