É muito bonito quando uma mídia consegue trazer uma mensagem de ressignificação da perda de modo tão delicado, simples e sem melodramas. Sal do Mar é o cotidiano, a simplicidade da vida que se desnuda na tela.
Com uma fotografia que nos leva a essa sensação de vazio e logo se desdobra em uma sensação de abraço, Sal do Mar passou sem que eu percebesse, como uma onda, que vem, deixa uma marca na areia e segue seu rumo. Gosto de curtas-metragens que deixam aquela sensação de querer mais, sabe? Porém, ao mesmo tempo, fiquei satisfeito por ser apenas um curta, já que um filme, na tentativa de agradar a um público maior, seria obrigado a incluir outras nuances sentimentais que o formato exige, mais subtramas, algo que (poderia) descaracterizar a essência que eu vi aqui.
Sal do Mar é bonito porque é simples. É bonito porque é natural.
É muito bonito quando uma mídia consegue trazer uma mensagem de ressignificação da perda de modo tão delicado, simples e sem melodramas. Sal do Mar é o cotidiano, a simplicidade da vida que se desnuda na tela.
Com uma fotografia que nos leva a essa sensação de vazio e logo se desdobra em uma sensação de abraço, Sal do Mar passou sem que eu percebesse, como uma onda, que vem, deixa uma marca na areia e segue seu rumo. Gosto de curtas-metragens que deixam aquela sensação de querer mais, sabe? Porém, ao mesmo tempo, fiquei satisfeito por ser apenas um curta, já que um filme, na tentativa de agradar a um público maior, seria obrigado a incluir outras nuances sentimentais que o formato exige, mais subtramas, algo que (poderia) descaracterizar a essência que eu vi aqui.
Sal do Mar é bonito porque é simples. É bonito porque é natural.
Sensível. Como uma canção triste que te deixa feliz.