Rompendo com uma vida civilizada e entediante, Abby Soulseeker cruza o limiar do inferno, onde se torna vítima de traficantes de pessoas sádicos, determinados a destruí-la completamente.
Terror dirigido, escrito, editado e co-produzido pelo Jay Nuzum.
O filme não segue o formato padrão. A edição/continuidade é esquisita. As coisas acontecem meio do nada. Clima estranho e tenso o tempo todo. Loucura total.
É mais ou menos como se fossem vários flashes sendo mostrados. Mas isso faz parte do conceito (Representa como a protagonista tá se sentindo e como ela vê as coisas). Eu fui assistindo e me acostumando.
É filmado de forma criativa e tem várias cenas bem feitas. Bons planos abertos. Bons enquadramentos. Bons closes. Boa trilha. Boa arte.
A vítima chorando (mas não dá pra ver direito o que tá acontecendo).
A cena do crime (os peritos, as partes do corpo, o corpo jogado no penhasco). O policial diz que não costuma acontecer esse tipo de crime por lá.
A influencer Abby. O pedido de casamento. A festinha. Só que ela não gostou da surpresa e foi embora de casa (?). A mudança. O contato com moradores de rua. Os depoimentos deles.
Aparece outra influencer do nada e logo volta pra Abby.
O mascarado no parque. A seringa (ela é dopada). Os mascarados (incluindo o do parque) deixando a outra influencer morta em um estacionamento vazio. A Abby dormindo na frente da igreja. Andando pela rua. Deitada com um cadáver (haha).
O depoimento dela. O apartamento que o cara do documentário ofereceu pra ela (suspeito). As outras moradoras.
As vozes. A bolsa (Leah Lamb). Ela dando uns beijos na amiga. O cara do nada no quarto de madrugada (é meu namorado, ele não está mais aqui). O mascarado aparecendo no apartamento.
Tem um ou outro elemento sobrenatural jogado de forma aleatória.
O sangue na banheira. A máscara que a Abby usa tem um visual maneiro.
Um cara aparece no quarto e espanca a Abby. Ela escapa. A perseguição. Aí do nada aparecem 2 mormons. Ela dorme no carro. Os mascarados à noite. Eles incendeiam o carro e ela foge. A perseguição.
Do nada fala sobre um sinal hipersônico que o governo tá emitindo e que isso tá transformando as pessoas em canibais (?).
A Abby é encurralada em um banheiro público. A ligação pra mãe (a mãe fazendo pouco caso). Ela resolve enfrentar os mascarados e vai matando eles. Até que do nada (de novo, haha) ela acorda em um cemitério. Volta a dar um rolé, até que vários mascarados tentam pegar ela. Ela escapa mais uma vez. Nova perseguição.
Do nada ela chega num lugar cheio de drogados. Ela entra na tubulação e os mascarados continuam atrás... Até que ela é finalmente presa lá com os outros. Clima tenso.
Os últimos 30 minutos são muito bons (fizeram eu aumentar minha nota). O evento sinistro deles. A pilha de pessoas mortas. O visual dos assassinos é maneiro (não só os de máscara, mas um tipo Yakuza, um medieval, um caubói, um chicano, um nerd, etc). Os confrontos (transmitidos na Dark Web). A Abby luta contra uma pessoa com máscara de ferro. Mata a pessoa e na verdade é a amiga dela, Sadie.
Aí a Abby ganha a liberdade e resolve fazer uma live totalmente surtada, falando monte de coisa preconceituosa e atacando os seguidores. Depois surta em ligação de vídeo com a mãe também.
Aí aparece o ex dela do nada e leva ela. Ela acorda em um quarto e tem uma mensagem na tela do laptop dizendo pra ela dar play num vídeo (o vídeo mostra um compilado dos assassinatos que ela cometeu e toda loucura).
O ex dela diz que quer ajudar ela, mas ela precisa se entregar à polícia. Ela bota a máscara, ataca o ex e corre pro esgoto. Clima tenso. Ela atira no ex lá, achando que é alguém fantasiado de ET (ela chama de demônio).
Bom final (ela fazendo nova live como se tivesse de boa, aí parece que ela vai armada enfrentar a polícia).
Enfim... Apesar de ser um filme pra poucos, ele é bem ousado e criativo. Tem vários pontos positivos, além de explorar bastante o lado sensorial. Valeu muito pela experiência diferenciada.
Terror dirigido, escrito, editado e co-produzido pelo Jay Nuzum.
O filme não segue o formato padrão. A edição/continuidade é esquisita. As coisas acontecem meio do nada. Clima estranho e tenso o tempo todo. Loucura total.
É mais ou menos como se fossem vários flashes sendo mostrados. Mas isso faz parte do conceito (Representa como a protagonista tá se sentindo e como ela vê as coisas). Eu fui assistindo e me acostumando.
É filmado de forma criativa e tem várias cenas bem feitas. Bons planos abertos. Bons enquadramentos. Bons closes. Boa trilha. Boa arte.
A vítima chorando (mas não dá pra ver direito o que tá acontecendo).
A cena do crime (os peritos, as partes do corpo, o corpo jogado no penhasco). O policial diz que não costuma acontecer esse tipo de crime por lá.
A influencer Abby. O pedido de casamento. A festinha. Só que ela não gostou da surpresa e foi embora de casa (?). A mudança. O contato com moradores de rua. Os depoimentos deles.
Aparece outra influencer do nada e logo volta pra Abby.
O mascarado no parque. A seringa (ela é dopada). Os mascarados (incluindo o do parque) deixando a outra influencer morta em um estacionamento vazio. A Abby dormindo na frente da igreja. Andando pela rua. Deitada com um cadáver (haha).
O depoimento dela. O apartamento que o cara do documentário ofereceu pra ela (suspeito). As outras moradoras.
As vozes. A bolsa (Leah Lamb). Ela dando uns beijos na amiga. O cara do nada no quarto de madrugada (é meu namorado, ele não está mais aqui). O mascarado aparecendo no apartamento.
Tem um ou outro elemento sobrenatural jogado de forma aleatória.
O sangue na banheira. A máscara que a Abby usa tem um visual maneiro.
Um cara aparece no quarto e espanca a Abby. Ela escapa. A perseguição. Aí do nada aparecem 2 mormons. Ela dorme no carro. Os mascarados à noite. Eles incendeiam o carro e ela foge. A perseguição.
Do nada fala sobre um sinal hipersônico que o governo tá emitindo e que isso tá transformando as pessoas em canibais (?).
A Abby é encurralada em um banheiro público. A ligação pra mãe (a mãe fazendo pouco caso). Ela resolve enfrentar os mascarados e vai matando eles. Até que do nada (de novo, haha) ela acorda em um cemitério. Volta a dar um rolé, até que vários mascarados tentam pegar ela. Ela escapa mais uma vez. Nova perseguição.
Do nada ela chega num lugar cheio de drogados. Ela entra na tubulação e os mascarados continuam atrás... Até que ela é finalmente presa lá com os outros. Clima tenso.
Os últimos 30 minutos são muito bons (fizeram eu aumentar minha nota). O evento sinistro deles. A pilha de pessoas mortas. O visual dos assassinos é maneiro (não só os de máscara, mas um tipo Yakuza, um medieval, um caubói, um chicano, um nerd, etc). Os confrontos (transmitidos na Dark Web). A Abby luta contra uma pessoa com máscara de ferro. Mata a pessoa e na verdade é a amiga dela, Sadie.
Aí a Abby ganha a liberdade e resolve fazer uma live totalmente surtada, falando monte de coisa preconceituosa e atacando os seguidores. Depois surta em ligação de vídeo com a mãe também.
Aí aparece o ex dela do nada e leva ela. Ela acorda em um quarto e tem uma mensagem na tela do laptop dizendo pra ela dar play num vídeo (o vídeo mostra um compilado dos assassinatos que ela cometeu e toda loucura).
O ex dela diz que quer ajudar ela, mas ela precisa se entregar à polícia. Ela bota a máscara, ataca o ex e corre pro esgoto. Clima tenso. Ela atira no ex lá, achando que é alguém fantasiado de ET (ela chama de demônio).
Bom final (ela fazendo nova live como se tivesse de boa, aí parece que ela vai armada enfrentar a polícia).
Enfim... Apesar de ser um filme pra poucos, ele é bem ousado e criativo. Tem vários pontos positivos, além de explorar bastante o lado sensorial. Valeu muito pela experiência diferenciada.