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Data de lançamento
21 Julho 2019Duração
Adam lives a lonely existence in a cabin in a desolate forest, checking “Deer Cam” feeds on his computer and occasionally receiving visits from his brother Pete. Another family member looms large in his life: his grandmother “Nani”, who has long been a receptor for a spirit she calls Sator.
This presence has been getting into her head and “training me, teaching me to be a person,” Nani says, and Adam slowly discovers that it has a more malevolent purpose as well. No longer confined to Nani’s psyche, Sator begins manifesting in other ways, threatening the lives of Adam and his troubled family…
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Esses filmes abstratos sem estrutura são mto chatos, é só cenas aleatórias jogadas em sequência. É assustador quando se propõe a ser, só não é interessante.
O filme visualmente é lindo. Muito bem filmado, mas acompanhar a história se torna bem cansativo com o passar do tempo.
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Dentro daquilo que o filme se propõe, ser uma experiência sensorial, com um foco exclusivo na ambientação em detrimento da narrativa, ele é uma obra de arte. E veja bem, uma obra de arte antes de ser um "filme de terror".
Remete muito mais a um horror absoluto que é exponenciado pela imersão sensorial, inclusive já mencionaram sobre ser um grande ASMR, e não tá errado. Desde o começo dos tempos de filme de terror o uso de edição de som e cortes ajuda a provocar os jump scares e derivados, mas filmes realmente acima da média transcendem essa mediocridade e criam algo que sobressai à média.
Você não tem pavor aqui do trabalho do técnico de som, mas da capacidade do diretor criar um cenário onde todo o contexto é aterrorizante, onde o som preludia o terror por vir . Da fotografia gélida e solitária de inverno, passando pelo silêncio absoluto, das pessoas, dos cômodos, das distâncias. E por fim os enquadramentos que deslocam o objeto principal, se beneficiam de uma câmera estática em grande plano, novamente, apesar da distância, o que te apavora é a sensação de que não há pra onde fugir, como se a quarta parede fosse rompida.
Claro, apesar de tudo isso não é um filme fácil. Sinto que o resultado seria muito mais palatável se não nos fosse empurrada a tarefa de fazer sentido da linha temporal do filme, do quando e quem é o que ali naquele fiapo narrativo. Em suma, a história pouco importa, o desconhecido é mais interessante, mas que haja pelo menos um mínimo pra não provocar confusão, já que não vai elucidar nada. Faltou pouco, mas acho que isso aqui vai virar pérola cult na próxima década.
Um filme de terror extremamente indie, com diversas homenagens a filmes antigos do gênero, usando cenas em preto e branco, trazendo nostalgia.
O silêncio e a escuridão são praticamente absolutos, o que amplifica o nosso medo a qualquer som ouvido, combinado a cenas com poucos focos de luzes aumentando apreensão para o que espera, uma verdade obscura aos poucos vai sendo apresentada nos preparando para os próximos atos.
Possui em sua estrutura principal, elementos que remetem a "Hereditário" "A Bruxa" sua forma como inicia e finaliza, concretizando algo que seria inevitável, um ritmo lento que em suas cenas finais explode nos olhos.