Drama romântico silencioso que foi o penúltimo filme mudo de Lon Chaney (1883-1930) e a última de suas colaborações com o diretor Tod Browning (1880-1962). Em um dos erros geográficos do filme, gorilas não são encontrados nas selvas do sudeste da Ásia. Ironicamente, Estelle Taylor (1894-1958) foi a última pessoa a ver Lupe Velez (1908-1944) viva antes de seu suicídio. Embora esta produção seja essencialmente um filme mudo em forma, com legendas e sem diálogos falados, a Metro-Goldwyn-Mayer o lançou com uma trilha sonora de efeitos e música da Movietone.
Outro trabalho pouco conhecido de Tod Browning que merece a maior atenção com um de seus atores preferidos, Lon Chaney, em mais uma interpretação destacada. Uma pitada de horror se aproxima do ato final, mas a cena crucial é tão breve que me pergunto se imagens "perdidas" podem ter sido um dos fatores. Destaques para as boas participações da bela e graciosa mexicana Lupe Velez (1908-1944) e da misteriosa e charmosa Estelle Taylor (1894-1958).
"The Tiger" Hayes é um caçador que mora na China com sua filha, Toyo Hayes. Ela conhece Bobby Bailey, filho de um velho amigo. Em uma de suas viagens, Bobby conhece uma mulher enigmática por quem ele se apaixona loucamente, Mme. de Sylva, sem saber que ela é a mãe de Toyo. Obs: eu só não gostei dos tais gorilas serem atores debaixo das tradicionais fantasias como nesses típicos filmes antigos.
Os ingredientes mais constantes nos filmes mudos dos anos vinte estão aqui: a vamp destruidora de lares, o mocinho ludibriado, a virgem sonhadora e o pai super protetor. Um filme com o padrão MGM de qualidade. Ambientado na Indochina (atual Vietnã), porém totalmente rodado em estúdios, Sedução leva o espectador da época ao exotismo do oriente. Repleto de marcas de esteriótipo e, para os nosso dias, cheios de atentados ecológicos, é nítida a qualidade e a sofisticação dos cenários, dos figurinos e dos movimentos de câmera. O melodrama também polemiza ao articular uma disputa entre mãe e filha pelo interesse de um mesmo homem. Sedução conta ainda com mitos icônicos do período silencioso: Lon Channey (célebre por interpretar filmes de terror) e a jovial mexicana Lupe Velez.
Drama romântico silencioso que foi o penúltimo filme mudo de Lon Chaney (1883-1930) e a última de suas colaborações com o diretor Tod Browning (1880-1962). Em um dos erros geográficos do filme, gorilas não são encontrados nas selvas do sudeste da Ásia. Ironicamente, Estelle Taylor (1894-1958) foi a última pessoa a ver Lupe Velez (1908-1944) viva antes de seu suicídio. Embora esta produção seja essencialmente um filme mudo em forma, com legendas e sem diálogos falados, a Metro-Goldwyn-Mayer o lançou com uma trilha sonora de efeitos e música da Movietone.
Outro trabalho pouco conhecido de Tod Browning que merece a maior atenção com um de seus atores preferidos, Lon Chaney, em mais uma interpretação destacada. Uma pitada de horror se aproxima do ato final, mas a cena crucial é tão breve que me pergunto se imagens "perdidas" podem ter sido um dos fatores. Destaques para as boas participações da bela e graciosa mexicana Lupe Velez (1908-1944) e da misteriosa e charmosa Estelle Taylor (1894-1958).
"The Tiger" Hayes é um caçador que mora na China com sua filha, Toyo Hayes. Ela conhece Bobby Bailey, filho de um velho amigo. Em uma de suas viagens, Bobby conhece uma mulher enigmática por quem ele se apaixona loucamente, Mme. de Sylva, sem saber que ela é a mãe de Toyo. Obs: eu só não gostei dos tais gorilas serem atores debaixo das tradicionais fantasias como nesses típicos filmes antigos.
Os ingredientes mais constantes nos filmes mudos dos anos vinte estão aqui: a vamp destruidora de lares, o mocinho ludibriado, a virgem sonhadora e o pai super protetor. Um filme com o padrão MGM de qualidade. Ambientado na Indochina (atual Vietnã), porém totalmente rodado em estúdios, Sedução leva o espectador da época ao exotismo do oriente. Repleto de marcas de esteriótipo e, para os nosso dias, cheios de atentados ecológicos, é nítida a qualidade e a sofisticação dos cenários, dos figurinos e dos movimentos de câmera. O melodrama também polemiza ao articular uma disputa entre mãe e filha pelo interesse de um mesmo homem. Sedução conta ainda com mitos icônicos do período silencioso: Lon Channey (célebre por interpretar filmes de terror) e a jovial mexicana Lupe Velez.