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Duração
Alessandro and Pietro, both aged 16, film themselves with a cell phone to tell the story of their friendship, the tragedy of Davide, and their everyday lives if the difficult Traiano district of Naples.
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Selfie - Itália- 2019 - visto no dia 06.09.20
Filme bem simples porém poderoso na sua abordagem: tristeza e desolação de uma
família e amigos próximas da vítima.
abuso de poder da polícia podem trazer para a vida de uma população simples e em dificuldades
como o rapaz adolescente que foi vítima da violência policial vive.
perda do filho, sobrinho, mostra seus amigos que aqui são protagonistas que fazem uma filmagem amadora, mas sincera e sensível sobre a perda do amigo e como também estão desolados e tristes.
Como um policial despreparado, que não sabe carregar uma arma, comete uma tragédia com ela, ainda não sofre uma punição devida com seu crime hediondo que tirou a vida de um rapaz de uma forma ridícula.
um bairro rico e mostrou a disparidade entre o rico x pobre
policial assassino não teve a punição devida,
não só no Brasil mas mundial: Você se engana que só existe periferia na América do Sul.
Nota: 9,0
"Será que um dia nossos filhos vão conseguir morar nesse bairro?"
"Impossível! você sabe quanto custa uma casa dessas?"
triste que não consigo dar nota pra essa obra-prima
o melhor que vi neste ano
Não tinha como não funcionar comigo: tenho um fascínio absoluto pelos registros sobre adolescência e acredito plenamente na importância da Amizade enquanto sentimento salvaguardador. Tudo isso está no filme, conduzido de forma inteligente, sensível e inevitavelmente trágica. Por vezes, admito, o exaustivo recurso titular cansou-me um pouco (custava deixar o celular parado nalguma superfície?), mas a intenção era justamente essa: forçar um protagonismo, provar àqueles meninos desajustados - porque não desejam participar das atividades escusas da Camorra - que há espaço para eles no mundo, que a Arte redime. O Pietro é muito simpático, mas é mesmo Alessandro quem domina a tela com seu carisma meio choroso, convertido em desamparo nos minutos finais. Como aquilo entristece! Por mais que o primeiro tenha tomado a decisão de mostrar também as coisas tristes - segundo ele, essenciais a um documentário - há uma distinção entre tristezas inevitáveis e tristezas induzidas. Neste sentido, o filme dói. E, ao mesmo tempo, consola-nos através do uso magistral da Música: seja das canções melodramáticas que os diversos entrevistados cantam, seja através da magnífica trilha sonora que fica em nossa mente muito tempo após esta emocionante sessão. Lindo demais! (WPC>)