Blue Film acompanha Aaron, um camboy que aceita passar uma noite com um cliente anônimo em troca de uma grande quantia de dinheiro. O encontro, que parece apenas mais um programa, toma um rumo perturbador quando ele descobre uma ligação chocante entre o homem e o seu passado.
Resenha:
Gente… que filme perturbador.
As atuações são realmente boas, e os dois protagonistas conseguem segurar um filme que se passa praticamente inteiro em um único ambiente. O problema, para mim, está no roteiro.
Conforme a história avança e a verdadeira identidade do cliente é revelada, o filme entra em um território extremamente desconfortável. Em vez de explorar o trauma da situação de forma clara, tive a sensação de que o roteiro tenta humanizar e justificar um comportamento injustificável. A proposta pode até ser provocar discussões sobre abuso, culpa e trauma, mas, na minha leitura, a execução acaba passando uma mensagem muito confusa.
No fim, fiquei sem entender qual era o objetivo da história. É um daqueles filmes que parecem saídos do fundo da internet: estranho, caótico e sem uma direção clara. A cada nova revelação eu só me perguntava: “onde esse roteiro quer chegar?”.
Para quem gosta de filmes provocativos, talvez desperte curiosidade. Mas, para mim, a sensação foi de desconforto o tempo todo, sem que isso resultasse em uma reflexão que justificasse a experiência. É um filme que eu, sinceramente, não conseguiria recomendar.
Achei chato. Claramente não sou o público desse filmes, mas mesmo assim assisti e preciso avaliar.
27-09-2026
oh nojeira a cena do roleplay, queria ter gostado do filme, mas infelizmente NAO rolou dessa vez
Chega a ser crime depilar esse gostoso! Que homem pqp 🫦
perturbador e desconfortável
Blue Film acompanha Aaron, um camboy que aceita passar uma noite com um cliente anônimo em troca de uma grande quantia de dinheiro. O encontro, que parece apenas mais um programa, toma um rumo perturbador quando ele descobre uma ligação chocante entre o homem e o seu passado.
Resenha:
Gente… que filme perturbador.
As atuações são realmente boas, e os dois protagonistas conseguem segurar um filme que se passa praticamente inteiro em um único ambiente. O problema, para mim, está no roteiro.
Conforme a história avança e a verdadeira identidade do cliente é revelada, o filme entra em um território extremamente desconfortável. Em vez de explorar o trauma da situação de forma clara, tive a sensação de que o roteiro tenta humanizar e justificar um comportamento injustificável. A proposta pode até ser provocar discussões sobre abuso, culpa e trauma, mas, na minha leitura, a execução acaba passando uma mensagem muito confusa.
No fim, fiquei sem entender qual era o objetivo da história. É um daqueles filmes que parecem saídos do fundo da internet: estranho, caótico e sem uma direção clara. A cada nova revelação eu só me perguntava: “onde esse roteiro quer chegar?”.
Para quem gosta de filmes provocativos, talvez desperte curiosidade. Mas, para mim, a sensação foi de desconforto o tempo todo, sem que isso resultasse em uma reflexão que justificasse a experiência. É um filme que eu, sinceramente, não conseguiria recomendar.