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Data de lançamento
2 Março 1983Duração
Uma mulher narra os pensamentos de um homem que viaja pelo mundo, com reflexões sobre tempo e memória expressas em palavras e imagens de lugares como Japão, Guiné-Bissau, Islândia e San Francisco (EUA).
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Para um bom observador de costumes de outros povos e bem interessante, apreendi um pouco mais da cultura japonesa em um época interessante, bom documentário.
- uma amalgama de vários pensamentos, sentimentos e elocubrações sobre a vida, as pessoas, os lugares por onde passou e os acontecimentos ocorridos
- acima de tudo, um estudo sobre a memória
- como guardamos as memórias dos lugares em que passamos
- me faz pensar tambem somo como os lugares e os costumes de cada povo realmente são e como são representados em filmes e documentários
- e me lembrou de que quando eu visito um lugar novo, prefiro observar as coisas comuns do que ver os pontos turisticos
"Após das voltas ao mundo, só a banalidade me interessa. "
Sem Sol (Sans Soleil. França, 1983)
Direção: Chris Marker.
Que bom que existe a MUBI! É lá que estão os filmes mais significativos da sétima arte.
Eu nunca havia visto um filme do Chris Marker. Fui logo ver essa maravilha que é "Sem Sol". Apaixonei.
Libertário o longa se debruça sobre os pensamentos de um viajante do mundo. Através de uma voz feminina ele reflete sobre o tempo e sobre a memória.
As reflexões são traduzidas ora em imagens ora em palavras.
Cinema e poesia numa obra prima inesquecível.
“Ele amava a fragilidade daqueles momentos suspensos no tempo, memórias cujo único propósito era deixar para trás lembranças. Ele escreveu, ‘após várias viagens ao redor do mundo, apenas a banalidade ainda me interessa... E nesta viagem eu a acompanhei implacavelmente, como um caçador de recompensas’.”
Um rolê aleatório bem executado!