Dirigido por
Duração
Lyle (Jean-Marc Barr) vive em Rankin, uma pequena cidade americana esquecida pelo tempo e habitada por gente muito conservadora. Ele vive com Amy (Rosanna Arquette), uma mulher religiosa e casta, que não permite ser tocada. O único prazer carnal do casal é solitário. Tudo muda com o retorno de um antigo amigo de Lyle, acompanhado da francesinha Juliette (Élodie Bouchez). Todo o desejo sexual reprimido durante anos liberta-se de forma selvagem quando Lyle e a sensual Juliette tornam-se amantes. Mas o povoado de Rankin não aceita a presença da jovem, nem tampouco o fato de Lyle ter abandonado Amy. Mas a sede que ambos sentem um pelo outro e a ardente paixão que despertam entre si resiste a qualquer obstáculo.
Drama francês com direção e atuação do Jean Marc Barr (Le Grand Bleu), além de Rosanna Arquette (Pulp Fiction) e a bela Élodie Bouchez (Happy Few). O casal (Lyle e Amy). O outro (Vernon e Juliette). A liberdade da Juliette. A cena de dança. O envolvimento. A traição. Várias cenas longas e lentas. A cena "sinta-se viva". Situações mostradas de forma meio rasa e atropelada (sempre parece faltar algo e assim elas se tornam forçadas). A troca. Algumas cenas de nudez e sexo. O julgamento das pessoas. Decisões meio confusas. A explicação do título (Too Much Flesh), do nada. A cena da perseguição. O desfecho trágico. Enfim... Achei meio fraco.
Desaconselhável para pessoas pudicas, hipersensíveis a cenas de conjunção carnal ou defensoras da "moral" e dos "bons costumes".
Da minha parte, uma excelente amostra de filme produzido segundo o Dogma 95.
Um filme sobre a liberdade de transar. Tem a simplicidade e pureza dos filmes do movimento Dogma 95.
Filme francês com a Rosanna Arquette. Peguei este filme de surpresa no Telecine Cult. Acabei assistindo por conta das cenas de sexo.
História interessante e angustiante...Não é de agradar a todo mundo (e nem precisa), mas vale a pena ver.