Dirigido por
Duração
Florindo é um professor de arte culinária prosaico e bem sucedido que abandona a profissão quando sua esposa Vadia morre durante um desfile de escola de samba. Vadia é velada com requintes de amor e do grotesco e Florindo passa a viver das lembranças atormentadas mas excitantes daquela que soube ser amante como nenhuma outra mulher, embora vivesse brigando e enganando o marido. O viúvo passa a ser disputado pelas moças da cidade, inclusive suas ex-alunas. Sentindo-se solitário, Florindo casa-se pela segunda vez, escoltando Dora, jovem recatada e de aparência enganadora. Mas o matrimônio é perturbado pelo fantasma de Vadia que vem assediá-lo nas horas mais impróprias, obrigando-o a se tornar bígamo e adúltero pela imaginação.
eNGRAÇADAÇO!
Boa paródia de Dona Flor e seus 2 Maridos.
O filme é todo passado em Ribeirão Preto, com destaque para o clássico local Botafogo x Comercial.
Uma versão de 'Dona Flor e seus 2 Maridos'
O Mozael Silveira tem talento como comediante e, neste caso em particular, merece palmas pela audácia em parodiar um filme nacional de modo tão interessante... Mas, conforme costumava acontecer nas pornochanchadas, o ritmo não se mantém, as piadas não deixam que a trama seja tão consistente quanto o seu original reverenciado... Mas Wilza Carla em cena é sempre hilária e a personagem de Lameri Faria é pitoresca em sua composição. Mas transformar Florindo num mulherengo foi uma péssima decisão, uma traição à boa idéia que engendrou o filme... (WPC>)
1 estrela pela "tosquice" do filme. E 1/2 estrela só pela ideia de transformar Vadinho em "Vadia". rs