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Este filme de exploração melodramático-propagandística extremamente conservadora do sexo inclui orgias, adultérios e lesbianismo em seu roteiros,no qual uma corista adquires sífilis depois que participa de um teste de elenco para uma peça de cabaré e, assim, estraga o seu casamento e a vida de várias pessoas a ela relacionada - inclusive, um filho, que nasce com deficiência.
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E que sinopse de merda.
Horroroso.
PS: a cena do tribunal, em que um personagem se dispõe a narrara os eventos de sua vida de horrores a uma platéia escandalizada é tétrica de tão demente e oportunista. Obviamente, tem sentido influenciável bastante inverso!
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Apesar de filiar-se a uma corrente de filmes B que chocavam pela abordagem de temas-tabus e pela improvisação técnica (vide os antológicos e ótimos MARIHUANA e A PORTA DA LOUCURA, todos produzidos por Dwain Esper), este filme parece um filme pessimamente montado do Ed Wood, sem o talento e a capacidade revigoradora dramática deste. Os discursos endereçados diretamente ao público (clamando para que nós ensinemos o quanto antes aos nossos filhos acerca dos "fatos da vida") são pobres, as atuações são sofríveis, a pletora de personagens torna a trama difícil de compreender (que dirá de se identificar e se "regenerar" - KKKK) e a direção é ruim, concatenando de forma demeritória os eventos. Ruim mesmo! Prefiro a loucura sexual a isto (risos) - WPC>