Em Portugal, a diretora Jeanne (Anne Parillaud) dirige o filme "Cenas Íntimas". Chegou a hora de uma seqüência delicada: num frio do cão, tendo por cenário uma praia deserta, a protagonista do filme perderá a virgindade. Mas nada funciona a contento os atores estão intimidados, não há calor físico entre eles, a chuva é intermitente. Para evitar mais um problema, os realizadores decidem que o jovem ator utilizará uma prótese de pênis.
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tem uma cena pós-créditos da jeanne comendo uma banana
Arrastado verborrágico demais, como quase toda a obra da diretora. Ademais, o título nacional engana!
Decepcionante! Por mais obcecado pela diretora Catherine Breillat que eu seja, achei esta "aurtocrítica" (?) fubenga, muito superficial, os dilemas são mal-conduzidos, no afã por, como o título promete, fazer rir. Tudo bem que, do meio para o final, depois que suportamos a modorra rítmica, ele melhora um pouco (principalmente por causa do carisma do Gregoire Colin), mas que o enfoque é extremamente superficial - principalmente em comparação com as geniais obras anteriores da diretora - ah, é! (WPC>)
Não tem jeito, quando não nos identificamos com o trabalho de um diretor, tentamos algumas vezes assistir seus filmes, mas depois devemos desistir porque acaba resultando em nova decepção. Após Sexo é uma Comédia,muito provavelmente não tentarei assistir algum outro filme da diretora, já que não gostei de nenhum dos que já vi. Um roteiro pífio e limitado e uma filmagem em que se reza para que acabe e, ao final, se tenha a certeza de que os 92 minutos de duração poderiam ser utilizados para assistir algo que valesse a pena.