Sibyl (Virginie Efira) é uma psicoterapeuta desgostosa com a vida. Quando ela conhece sua nova paciente, Margot (Adèle Exarchopoulos), uma atriz em ascensão cheia de problemas, ela se vê inspirada a retornar para sua primeira grande paixão: a escrita.
O fio condutor do longa é tão inverossímil e apressado que comprometeu toda a experiência que tive com o longa.
Traumas femininos em combustão. Bom.
Ótimas atuações em um filme onde a protagonista vai confundindo ficção com realidade e aos poucos ela troca de lugar com a paciente que está tentando ajudar. Sibyl tenta absorver tudo ao seu redor e aos pouco isso só acaba com ela. Ai o que sobra é se entregar ao prazer ilusório do passado e das recompensas imediatas. Um bom drama psicológico. 30/06/2024
A Adele é sempre maravilhosa!!
Mas a personagem da Sandra é uma piada. Ainda bem que Justine arrumou isso depois no Anatomia.
Um guia completo sobre como não ser profissional em vários empregos diferentes