Soldado alemão locado em uma unidade na Grécia enlouquece e toma um forte repleto de explosivos, ameaçando destruir a cidade inteira. Primeira obra-prima de Herzog, é um marco do Cinema Novo alemão, realizado a partir dos pressupostos do Manifesto de Oberhausen.
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Cidade De Deus: A Luta Não Para (2ª Temporada)
Primeiro filme assistido na maratona Herzog.
A história do filme perpassa pela recuperação de um soldado (provavelmente um combatente do campo de batalha) em um vilarejo distante e pacato. O marasmo deste lugar ao invés de proporcionar tranquilidade ao personagem. Ele acaba por sucumbir a loucura. A história é apresentada pelo narrador, o que faz com que o filme tenha diálogos reduzidos. O pouco da história deste personagem é distribuída a conta gotas durante o longa o que me gerou um incômodo, porque eu gosto da forma que os personagens se apresentam! E neste filme em especial, o personagem tinha muito a dizer; tomado pelo silêncio e pela falta de alimentos o soldado é engolido pelos sentimentos . Herzog capta esse sufocamento quando nos brinda com as imagens das naturezas, aqui em específico destaco a cena
dos cardumes que nadam livremente
Estreia modesta de Werner Herzog nos longas-metragens, mas nem por isso menos pertinente. A trajetória cotidiana de três soldados alemães em um forte numa cidade em que absolutamente nada acontece e o efeito que isso provoca em seus respectivos quadros psicológicos reflete uma preocupação do cineasta com o condicionamento de guerra na mente dos homens por parte do sistema estatal. As críticas ao governo alemão se perfazem na figura do cigano, que lembra aos soldados que ele é livre, enquanto eles são um povo que andam em círculos, tal como animais hipnotizados. As contemplações da natureza típicas da assinatura do cineasta já se encontram presentes, mas o cineasta peca, no entanto, no excesso descritivo da narração em off.
O meio-ambiente alienígena levando o ser-humano à loucura. Herzog, em início de carreira, exercitando o seu tema preferido.
N deu
História semelhante a de Mediterrâneo (1991), de Gabrielle Salvatores.