Espécie de versão estadunidense de EU, UM NEGRO - mas sob o viés branco (risos).
Comparação demeritória à parte, é mais uma demonstração do sumo talento da diretora Shirley Clarke, que, aqui, ao lado de dois cineastas brancos e convencionais, documenta o período que vai do início das construções de um arranha-céu até a sua inauguração, pelo ponto de vista (deslumbrado) de seus trabalhadores, que nem percebem o quanto eram explorados enquanto se vangloriavam de suas capacidades proletárias surpreendentes, que o diferenciavam de simples "meninos". O uso das rimas e da musicalidade na narração é ótimo. O único problema é a sua quase condescendência produtiva acerca de algo que pode até ser belo, mas devasta ecologicamente a cidade... (WPC>)
Espécie de versão estadunidense de EU, UM NEGRO - mas sob o viés branco (risos).
Comparação demeritória à parte, é mais uma demonstração do sumo talento da diretora Shirley Clarke, que, aqui, ao lado de dois cineastas brancos e convencionais, documenta o período que vai do início das construções de um arranha-céu até a sua inauguração, pelo ponto de vista (deslumbrado) de seus trabalhadores, que nem percebem o quanto eram explorados enquanto se vangloriavam de suas capacidades proletárias surpreendentes, que o diferenciavam de simples "meninos". O uso das rimas e da musicalidade na narração é ótimo. O único problema é a sua quase condescendência produtiva acerca de algo que pode até ser belo, mas devasta ecologicamente a cidade... (WPC>)