Shuji Terayama em seu auge. Não há uma trama concatenadora, mas as possibilidades de interpretação são mui variegadas. É como se o Peter Greenaway encontrasse Nagisa Oshima, Nam June Paik, Sergei Paradjanov, um antecessor de Takashi Miike e o artista Rudolf Schwarzkogler, para ficar apenas em algumas referências assemelhadas. Porém, o estilo é mui característico do realizador: a poesia dos enquadramentos superpostos, os penteados singulares das atrizes, a nudez subversiva, a musicalidade encantatória, tudo neste média-metragem é superlativo. Genial! (WPC>)
Confesso que neste aqui fiquei boiando e muito. Mas pouco importa o sentido ás vezes , o interessante é a viagem.
Shuji Terayama em seu auge. Não há uma trama concatenadora, mas as possibilidades de interpretação são mui variegadas. É como se o Peter Greenaway encontrasse Nagisa Oshima, Nam June Paik, Sergei Paradjanov, um antecessor de Takashi Miike e o artista Rudolf Schwarzkogler, para ficar apenas em algumas referências assemelhadas. Porém, o estilo é mui característico do realizador: a poesia dos enquadramentos superpostos, os penteados singulares das atrizes, a nudez subversiva, a musicalidade encantatória, tudo neste média-metragem é superlativo. Genial! (WPC>)
bateu o mesmo pesadelo febroso que um episodio de castelo rá-tim-bum