O ativista político Boniface "Softie" Mwangi concorre a um cargo nas eleições regionais do Quênia, o que pressiona sua jovem família e suas convicções.
Documentário produzido no Quênia sobre o trabalho do fotojornalista Boniface Mwangi, apelidado de Softie, um jovem engajado na luta por justiça social de seu país. Ativista, perseguido pela polícia e pelo governo, Softie retrata por meio de suas lentes a violência política no Quênia – nos últimos 15 anos as ruas da capital, Nairobi, são constantemente tomadas por protesto contra o aumento de impostos e a concentração de renda. Centenas de manifestantes foram mortos na última década e outros tantos feridos nas mobilizações. O documentário, corajoso por natureza e que revela uma grave denúncia social, acompanha a vida de Softie não só na fotografia, mas quando decidiu concorrer às eleições regionais para o Parlamento, em 2017. Nesse percurso vivenciou um jogo sujo e perigoso ao enfrentar os poderosos para fazer uma campanha correta e ter o povo como aliado. Em 2019 foi preso por subversão e agitação popular. Gostei do filme, todo feito com imagens das ruas e depoimentos de Mwangi com sua visão de mundo. Escrito, dirigido, roteirizado e montado pelo cineasta queniano Sam Soko, que acompanhou Softie por cinco anos – ele realizou outros docs sobre a situação político-social em sua terra natal, como ‘Free money’ (2022). Disponível gratuitamente na plataforma Sesc Digital. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA-NAWEB
Documentário produzido no Quênia sobre o trabalho do fotojornalista Boniface Mwangi, apelidado de Softie, um jovem engajado na luta por justiça social de seu país. Ativista, perseguido pela polícia e pelo governo, Softie retrata por meio de suas lentes a violência política no Quênia – nos últimos 15 anos as ruas da capital, Nairobi, são constantemente tomadas por protesto contra o aumento de impostos e a concentração de renda. Centenas de manifestantes foram mortos na última década e outros tantos feridos nas mobilizações. O documentário, corajoso por natureza e que revela uma grave denúncia social, acompanha a vida de Softie não só na fotografia, mas quando decidiu concorrer às eleições regionais para o Parlamento, em 2017. Nesse percurso vivenciou um jogo sujo e perigoso ao enfrentar os poderosos para fazer uma campanha correta e ter o povo como aliado. Em 2019 foi preso por subversão e agitação popular. Gostei do filme, todo feito com imagens das ruas e depoimentos de Mwangi com sua visão de mundo. Escrito, dirigido, roteirizado e montado pelo cineasta queniano Sam Soko, que acompanhou Softie por cinco anos – ele realizou outros docs sobre a situação político-social em sua terra natal, como ‘Free money’ (2022). Disponível gratuitamente na plataforma Sesc Digital. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA-NAWEB
Daqueles filmes que bate uma revolta absurda em você...