Sin-ae é uma jovem mãe que se muda com o filho pequeno Jun para Milyang, uma cidadezinha onde o falecido marido nasceu. Tão logo ela começa a se organizar para dar início a uma nova vida, um outro acontecimento trágico muda o curso de seu destino.
Imagino que pra epoca, toda essa produção deveria ter sido bem aclamada levando até indicação ao oscar, pq percebe-se algumas coisas datadas que pra epoca eram geniais, porem mesmo assim, mesmo com o que temos hj de enredo, roteiro e tudo mais em filmes de drama ele ainda consegue tocar. Filme muito bom e Deusa Jeon Do-Yeon maravilhosa como sempre
Saio um tanto dividido uma porque enquanto filme de drama desolador da situação da mãe x perda me pareceu um filme grandioso, mas todo o discurso anti catolicismo me pareceu forçado e fez o filme perder a força e mesmo eu, um ateu convicto anti Igreja católica, fiquei um pouco incomodado pois Chang dong não aponta o dedo para a instituição e sim para a fé , e crença é algo tão individual para ser duramente criticado como uma grande farsa como o filme propõe. Um belo trabalho de atuação.
Quanta dor cabe em uma vida? Quanto sofrimento podemos suportar? A jornada de Sin-ae mostra como a vida é frágil, e como a felicidade repentina é rara, mas o sofrimente está logo ali, à espreita. Viver machuca. Filmaço brutal e avassalador. Não tenho mais palavras para descrever.
O luto dificilmente perde uma queda de braço
Imagino que pra epoca, toda essa produção deveria ter sido bem aclamada levando até indicação ao oscar, pq percebe-se algumas coisas datadas que pra epoca eram geniais, porem mesmo assim, mesmo com o que temos hj de enredo, roteiro e tudo mais em filmes de drama ele ainda consegue tocar. Filme muito bom e Deusa Jeon Do-Yeon maravilhosa como sempre
Saio um tanto dividido uma porque enquanto filme de drama desolador da situação da mãe x perda me pareceu um filme grandioso, mas todo o discurso anti catolicismo me pareceu forçado e fez o filme perder a força e mesmo eu, um ateu convicto anti Igreja católica, fiquei um pouco incomodado pois Chang dong não aponta o dedo para a instituição e sim para a fé , e crença é algo tão individual para ser duramente criticado como uma grande farsa como o filme propõe. Um belo trabalho de atuação.
Começa como drama, vira suspense, depois mergulha num culto evangélico bizarro e termina no vazio...
Quanta dor cabe em uma vida? Quanto sofrimento podemos suportar? A jornada de Sin-ae mostra como a vida é frágil, e como a felicidade repentina é rara, mas o sofrimente está logo ali, à espreita. Viver machuca. Filmaço brutal e avassalador. Não tenho mais palavras para descrever.