Dirigido por
Data de lançamento
26 Dez. 1955Duração
No final do século XIX, uma atriz é a anfitriã na casa de campo de sua mãe quando um grupo de pessoas a visita. Entre eles está um advogado que já foi seu amante e ela pensa em reconquistar, mas ele está acompanhado de sua mulher. Seu atual amante também está com sua mulher, mas todos acabam envolvidos em situações amorosas, inclusive a empregada.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
- o cara talaricando o próprio pai, o bergman não brinca quando faz uma comédia
- por trás do humor tem uma crítica bem afiada sobre casamento, moralidade e principalmente sobre a necessidade de fingir que tá tudo bem
- apesar de bem mais leve que os grandes filmes do diretor, esse mantém a ótima fotografia e os diálogos inteligentes
Primeira comédia que vejo dirigida pelo genial diretor Ingmar Bergman e que foi o primeiro sucesso internacional dele. Além do bom trabalho de direção o filme também conta com um excelente roteiro que é devidamente valorizado pelo bom elenco.
8.5 - Uma película, de Ingmar Bergman, em tom de comédia ligeira, sobre Amor, mais precisamente sobre os amores de Verão. Mais do que isso, Ingmar Bergman, reflecte aqui algumas considerações sobre o Amor, fazendo uma analogia deste, com a estação de Verão, com os seus amores fugazes, com as ilusões de amor e até com a sua intensidade, abrasadora e quente.
Seguimos a história de um advogado e sua jovem mulher, de outro casal e de uma mulher de "aparente" vida fácil, uma actriz; numa película onde nem tudo é o que parece.
O filme em si, é de tom ligeiro e cómico, não tanto nas situações mas através de alguns diálogos deliciosos, e termina num sabor algo melodramático e amargo, sem perder nunca a sua ligeireza, assim e tal qual os chamados amores de Verão. Aconselhável visionamento!
Os diálogos inteligentes, a direção primorosa de Bergman e o excelente elenco fazem de "Sorrisos de uma Noite de Amor" uma comédia romântica memorável. Vale a pena ver e rever!
Vencedor do Prêmio Humor Poético no Festival de Cannes, obviamente que ele não existe mais nas edições contemporâneas do festival. Eu simplesmente amo essas comédias românticas descompromissadas do Bergman, principalmente porque ela tem tanto a nos dizer. Os diálogos são cortantes como faca afiadas, a cena da Sra. Armfeldt na cama conversando com a filha é uma das cenas mais engraçadas de toda a filmografia do mestre sueco. A conversa de Petra e seu recente amante deitados no feno é das coisas mais sublimes que eu já vi em um filme. Amei de todo coração esse filme. O final era previsível desde as primeiras cenas, mas a previsibilidade é o que menos importa em todo filme. Amei!
BLOG: ORÁCULO ALCOÓLICO
INSTAGRAM: @filmestrangeiros