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Data de lançamento
17 Maio 2008Duração
Tokyo Sonata é o retrato de uma família japonesa aparentemente normal. O pai que bruscamente perde seu trabalho esconde a verdade de toda família; o filho mais velho que quase não pára em casa quer se alistar no exército de outro país; o mais novo, começa a fazer aulas de piano escondido dos pais, e a mãe, que sabe que seu papel é manter a família unida, não encontra suficiente vontade para isso. De alguma maneira, um profundo abismo aparece dentro da família, e se estende rápido e silenciosamente para desintegrá-los. Tudo isso num filme que parte do drama, chegando a parecer um filme de humor negro, mas sem perder nada.
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Interessante retrato da deterioração de uma família tentando seguir os padrões sociais.
O ritmo lento demais dá uma cansada em vários momentos.
Um pai de família japonês fica desempregado, e a sua família começa a se desintegrar. O filme aborda o pesadelo de muitos homens e mulheres provedores, que é perder o emprego e não encontrar outra fonte de renda. Nesse filme, o personagem principal tenta esconder a todo custo sua situação, pois na cultura dos japoneses é uma vergonha muito grande. Inicialmente ele resiste a aceitar um emprego sem glamour e prefere manter as aparências, assim como outros homens na mesma situação fazem. É um filme interessante e impactante, e Kiyoshi Kurosawa demonstra mais uma vez o seu grande talento para fazer filmes. Em determinada altura, o filme acaba exagerando na dramatização, e nessa parte perde o prumo. Mas no final se equilibra novamente, e termina de forma tocante. Belo filme.
Clair de Lune....que coisa mais linda....esse filme...
.....o renascimento pode acontecer! 04/12/25.
O filme escancara o machismo silencioso do lar: um pai que controla, silencia e desvaloriza todos ao redor. Kurosawa mostra como o patriarcado sufoca a família inteira — inclusive o próprio homem que tenta mantê-la.
Critica social foda
No inicio do filme quando o cara desiste do emprego, parece que era o momento dele de rebeldia quanto à essa pressão de alta performance e vida ridícula corporativa, mas ele não conseguiu ir adiante porque não estava a altura do ato. Pela pressão social de ser um "salary man" de respeito, preferiu viver uma mentira so para nao contar para a família que estava desempregado.
Igual o amigo dele, preferiu se matar e matar a esposa a ter que viver na "vergonha" .
Compadeci com a esposa também, tentando cuidar da familia enquanto não era vista por ninguém.
A criança ali era a mais autêntica