O longa segue 24 horas turbulentas na vida de um pai e sua filha, Leo e Molly, enquanto ela lida com os desafios do estado mental aparentemente caótico de seu pai, caminhando pela cidade de Nova York.
Nesse filme, como no mar, você deve ultrapassar a arrebentação para enxergar a vastidão do oceano, supere os vinte minutos iniciais e seja agraciado com uma competente atuação de Javier Barden, em uma película que apresenta paralelos entre três momentos de vida, reais ou alternativos, onde um homem é consumido pelo peso de suas escolhas, em outro é corroído por sua incapacidade de superar o passado, enquanto no terceiro vemos a demência deteriorar sua mente e o quanto essa doença impacta a família e exige, desses, um amor incondicional e benevolente.
A grande reviravolta é o final. Pena que seja tão rápido que não consegue se conectar com o resto. Quando Molly está colocando Léo para dormir após as 24 horas passadas, ambos olham para outra Molly simplesmente pegando as chaves e indo embora. Isso significa que a realidade que vimos no filme TAMBÉM É FRUTO DA IMAGINAÇÃO DE LÉO. Na verdade a filha também não se importa com o pai e vai embora sem dizer nada. Todo o amor que Molly passava durante o filme estava na cabeça de Léo. Por isso que quando os médicos e outras pessoas perguntavam porque ele estava assim (cataônico), ela nunca dizia o que ele tinha (porque ele não entendia que estava doente). da mesma forma ela não conseguia explicar para o seu trabalho porque ela não conseguiu ir, já que na cabeça dele, ele mesmo não entendia o trabalho dela e não reconhecia a própria condição. Também por isso que toda vez que as pessoas se referiam a “ele”, Molly dizia que ele tinha nome e que podia escutar tudo (pois ela era o alter ego dele nessa realidade).
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Nesse filme, como no mar, você deve ultrapassar a arrebentação para enxergar a vastidão do oceano, supere os vinte minutos iniciais e seja agraciado com uma competente atuação de Javier Barden, em uma película que apresenta paralelos entre três momentos de vida, reais ou alternativos, onde um homem é consumido pelo peso de suas escolhas, em outro é corroído por sua incapacidade de superar o passado, enquanto no terceiro vemos a demência deteriorar sua mente e o quanto essa doença impacta a família e exige, desses, um amor incondicional e benevolente.
Que brabeza!
Quanto trabalho!
Quanto desespero!
Deveria chamar ( Pesadelos de uma vida )
Dei nota 2 somente pela grande atuação de Javier Bardem, mas o filme em si entrega pouco, dando voltas e voltas e quase sempre encontrando um marasmo.
Pegou um fiapo de premissa e não soube desenvolvê-la até um ótimo final, mas que não conversa com o resto. Vale pelas atuações.
O que pouca gente vai entender é que:
A grande reviravolta é o final. Pena que seja tão rápido que não consegue se conectar com o resto. Quando Molly está colocando Léo para dormir após as 24 horas passadas, ambos olham para outra Molly simplesmente pegando as chaves e indo embora. Isso significa que a realidade que vimos no filme TAMBÉM É FRUTO DA IMAGINAÇÃO DE LÉO. Na verdade a filha também não se importa com o pai e vai embora sem dizer nada. Todo o amor que Molly passava durante o filme estava na cabeça de Léo. Por isso que quando os médicos e outras pessoas perguntavam porque ele estava assim (cataônico), ela nunca dizia o que ele tinha (porque ele não entendia que estava doente). da mesma forma ela não conseguia explicar para o seu trabalho porque ela não conseguiu ir, já que na cabeça dele, ele mesmo não entendia o trabalho dela e não reconhecia a própria condição. Também por isso que toda vez que as pessoas se referiam a “ele”, Molly dizia que ele tinha nome e que podia escutar tudo (pois ela era o alter ego dele nessa realidade).
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Achei um filme muito deprê e não consegui curtir no momento, além do mais, o drama dos personagens não cativa.