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Anos 70. Uma jovem estudante (Mel Lisboa), um professor de literatura (Felipe Camargo) e um guerrilheiro ferido que está sempre com o rosto coberto (Sérgio Marone) são três militantes, que estão confinados em um apartamento em Belo Horizonte. Lá eles confrontam suas opções afetivas e políticas, que envolvem lealdade, traição e desejo.
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07/06/2026
passou o tempo
O ponto de partida é estapafúrdio (não o erotismo associado à conjuntura ditatorial, isso poderia ser viável em âmbito libertário - o que não é o caso), no sentido de que a adesão da personagem de Mel Lisboa à causa revolucionária advém de uma obsessão amorosa, assimetricamente correspondida, e não da crença nos ideais defendidos, de modo que desencadeia uma cena quase constrangedora de pichação na madrugada. Bizarramente, o professor interpretado por Felipe Camargo é aplaudido sempre que pronuncia alguma frase feita, enquanto Sérgio Marone tem pouco a fazer num papel canhestro. Mas ele faz, mesmo assim: ele nos cativa e excita, mesmo por baixo de um pano recortado. As interações musicais e poéticas são interessantes, ainda que pouco credíveis, e não há sentido para as incursões em preto-e-branco na narrativa. Mas o estratagema confessional das cartaz não é de todo vão. Há uma ou outra possibilidade legítima de imersão emocional, em meio aos atropelos do roteiro, conduzidos de maneira apressada e pretensamente "técnica". Ao menos, é assistível. Irrita, em termos ideológicos, mas é suportável, no que tange ao seu avançar rítmico idiotizado (quando se fala no ciúme como "sentimento pequeno-burguês" ao qual os homens costumam recair). Paguei R$ 5,00 pelo DVD. Não me arrependo! (WPC>)
Triângulo amoroso nos anos de chumbo.
Ideia interessante, mal desenvolvida.
- 4/10
- achei de muito mal gosto usar o pano de fundo da ditadura militar pra fazer um romance sem sal igual esse
- o cara implorou pra ser corno, deixava o cara e a mulher sozinhos por dias
- atuações e roteiro muito fracos
Put* que pariu, que bodega mais chata de assistir.
A trilha sonora destoa de forma absurda da trama.
Estrela para Mel Lisboa que carrega nas costas
(e na sensualidade) todo esse dramalhão chocho...