Se vocês assistissem esta versão aqui https://vimeo.com/124185316, tenho CERTEZA de que Sorbet III não teria esta nota ridícula, o que prova o quanto a trilha escolhida pode diferenciar a experiência de um filme silencioso (além de estar em uma ótima qualidade). Se tem algo que Zwartjes consegue elaborar com maestria, são as expressões dos rostos de seus atores. Já iniciou me hipnotizando com a venustidade da cabeça alongada e careca, com olhar fixo, combinando-se com as vestes de uma bailarina. Logo na primeira virada de olhar, já relacionei com A Fan (1968) - mas apesar dos movimentos correspondentes, cada um detém algo bem diferente a se exprimir: enquanto A Fan expressa pavor e tensão na visão de um(a) personagem queer, aqui temos uma analogia de vício e controle de uma personagem quase vampírica que, superada pelo desejo, acaba se transformando e bebendo a própria consequência.
Se vocês assistissem esta versão aqui https://vimeo.com/124185316, tenho CERTEZA de que Sorbet III não teria esta nota ridícula, o que prova o quanto a trilha escolhida pode diferenciar a experiência de um filme silencioso (além de estar em uma ótima qualidade).
Se tem algo que Zwartjes consegue elaborar com maestria, são as expressões dos rostos de seus atores. Já iniciou me hipnotizando com a venustidade da cabeça alongada e careca, com olhar fixo, combinando-se com as vestes de uma bailarina. Logo na primeira virada de olhar, já relacionei com A Fan (1968) - mas apesar dos movimentos correspondentes, cada um detém algo bem diferente a se exprimir: enquanto A Fan expressa pavor e tensão na visão de um(a) personagem queer, aqui temos uma analogia de vício e controle de uma personagem quase vampírica que, superada pelo desejo, acaba se transformando e bebendo a própria consequência.
Gosto mais deste que de Birds por exemplo. Mais instigante
Chato pra caramba.
bom.
Montagem primorosa.
NOT!