O filme desmistifica a maternidade e expõe a vulnerabilidade da mulher em situações que tão comumente têm que enfrentar sozinhas, apesar de ser responsabilidade de dois. O machismo. A pobreza. Histórias que se repetem de geração em geração... se reproduzem. Mães que sofrem.
A tardia proximidade entre mãe e filha, propiciada pela doença de um patriarca machista, alcoólatra e violento, permite o comovente compartilhamento de suas solidões.
A solidão do “vizinho” (não entrarei em detalhes pra não dar spoiler) completa a crueza do quadro.
Um filme duro, triste, sincero e desgarrador.
Assisti há muito tempo então, e apenas porque está sem sinopse nem nenhum dado, copiarei uma.
“María (Ana Fernández) mora em um bairro problemático de Sevilha [Andaluzia|Espanha] e trabalha como faxineira. Ela acaba de descobrir que está grávida de um motorista de caminhão que não quer nenhum tipo de compromisso e se sente sozinha. A situação muda quando internam ao seu pai em um hospital e sua mãe (María Galiana), que dedicou toda sua vida a um homem violento e intolerante, vai morar com ela. María e sua mãe não se vêem há anos, mas ambas têm em comum a solidão.
Logo conhecerão a um vizinho (Carlos Álvarez) que mora por perto. O homem é viúvo e sua única companhia é seu cachorro. Entre os três se estabelecerá um relacionamento que aliviará suas dores e reabrirá as portas da esperança.”
O filme desmistifica a maternidade e expõe a vulnerabilidade da mulher em situações que tão comumente têm que enfrentar sozinhas, apesar de ser responsabilidade de dois. O machismo. A pobreza. Histórias que se repetem de geração em geração... se reproduzem. Mães que sofrem.
A tardia proximidade entre mãe e filha, propiciada pela doença de um patriarca machista, alcoólatra e violento, permite o comovente compartilhamento de suas solidões.
A solidão do “vizinho” (não entrarei em detalhes pra não dar spoiler) completa a crueza do quadro.
Um filme duro, triste, sincero e desgarrador.
Assisti há muito tempo então, e apenas porque está sem sinopse nem nenhum dado, copiarei uma.
Año: 1999
País: Espanha
Gênero: Drama
Duração: 95 minutos
Direção: Benito Zambran
“María (Ana Fernández) mora em um bairro problemático de Sevilha [Andaluzia|Espanha] e trabalha como faxineira. Ela acaba de descobrir que está grávida de um motorista de caminhão que não quer nenhum tipo de compromisso e se sente sozinha. A situação muda quando internam ao seu pai em um hospital e sua mãe (María Galiana), que dedicou toda sua vida a um homem violento e intolerante, vai morar com ela. María e sua mãe não se vêem há anos, mas ambas têm em comum a solidão.
Logo conhecerão a um vizinho (Carlos Álvarez) que mora por perto. O homem é viúvo e sua única companhia é seu cachorro. Entre os três se estabelecerá um relacionamento que aliviará suas dores e reabrirá as portas da esperança.”